Que loucura isso. Tem energia sobrando e precisamos das usinas termelétricas???
Mas isso tem relação com os horários de demanda. Imagino que o excesso ocorra em determinados horários (e as térmicas sejam necessárias para outros)
Análise interessante sobre as Transmissoras:
Como preocupação, cito a involução da RAP da Taesa no médio prazo:
Além disto a empresa está sendo precificada, na minha opinião, por distribuir quase 100% do lucro regulatório, o que não contribui para reduzir a sua alta alavancagem. Assim, fica mais difícil ela adquirir novos lotes pra repor a sua futura perda de Receita.
Aproveitando, uma duvida que sempre tive e não achei respostas claras, o que acontece “normalmente” com essas conceções, historicamente falando. Ou ainda não temos histórico com esses tipo de concessão vencendo nos próximos anos?
Não sou especialista nisto, mas acredito que são devolvidas para a União, podendo ter indenização por ativos não amortizados para as empresas.
Então, depois da devolução, a tendência seria ter licitações para estas concessões, só que obviamente com Receitas bem menores, já que o serviço não vai envolver construção e terá baixo CAPEX:
Há quem diga também que pode haver extensão do prazo, mas não há sentido em fazer isto mantendo a mesma Receita.
Acho que agora ficou bem claro kkkk, obrigado.
Mas chutando talvez a tendência seja as mesmas empresas ganharem novamente, mas com certeza com valores bem mais baixos.
Interessante, sempre gostei das transmissoras, mas depois do BOOM na inflação na época do covid que ocasionou em um aumento importante (mas temporário) dos dividendos elas alcançaram um valor alto de cotação para o potencial futuro.
Para manter atrativas no mínimo teriam que contratar novos projetos com o deságio que era ofertado antigamente. Mas com o frenesi que teve onde tudo que é eletrica começou a disputar os leiloes o desagio se tornou com baixo potencial de retorno
Bem estou vendo que a conta nao fecha
Ja vendi TAESA, mas ainda tenho ALUP e TRPL
analisando se compensa continuar
Alup = parece que alcançou seu maior patamar de DY e sendo que permanece com alto endividamento e sem perspectiva de diminuir a alavancagem
TRPL = vai perder um percentual enorme de receita logo logo, e embora esteja correndo atrás do prejuizo, so ira com os projetos caros que pegou compensar metade do que vai ser perdido com o fim do RBSE
Temos um colega muito entendido no assunto, poderia da a opinião e qual sua visão para o investimento em transmissoras no momento @matheuspiedade
Uma importante diferença entre distribuição e Geração/Transmissão:
"…
Qual era o grande desafio?
Concessões de distribuição, assim como de Transmissão/Geração (“GT”), tem um prazo de duração de 30 anos. Ao término desse prazo, os ativos relacionados a prestação do serviço que não foram depreciados precisam ser reembolsados pelo poder concedente. Enquanto ativos GT se depreciam de maneira expressiva ao longo do tempo e ficam com baixo valor residual a ser indenizado, distribuidoras necessitam de massivos investimentos em todos os seus anos de operação. O resultado dessa característica é a evolução da Base de Ativos (ou Base de Remuneração Regulatória/BRR) ao longo de todo esse tempo, resultado em um valor expressivo a ser indenizado ao término do prazo da concessão (a Light-D, por exemplo, possui uma BRR superior a R$10 bilhões).
…"
Assim, os riscos de não renovação nas distribuidoras são acompanhados de grande potencial para indenização!
Muito bom, detalhe importante
Pensando em aumentar posiçao em NEOE3 ja e a maior na minha carteira
Aproveitando a discussão do tópico da NEOE3, com a perspectiva de OPA, alguém de olho em alguma outra do setor para troca?
Engraçado que eu tinha ENBR3 e troquei por NEOE3 após a OPA da EDP…
Acho que vale a pena analisar a Engie.
Sugiro a ENGI11
Me diga aí por qual elétrica tu vai trocar a neoe pra eu passar longe kkkk
A queridinha dos gestores pelo que tenho acompanhado é Copel, acabou de mudar política de dividendos e está ajustando a companhia pós privatização. Agora se as expectativas estão altas eu já não sei dizer.
Episódio do Market Makers com o Presidente da Copel foi bem interessante.
