preciso fazer o cadastro tb
Espero que o BC comece a baixar essa ridícula e inexplicável taxa de juros.
É dinheiro pacarai!!!
O Grupo Volkswagen planeja investir 160 bilhões de euros (US$ 186 bilhões) até 2030, disse seu presidente Oliver Blume, refletindo medidas de contenção de gastos enquanto a maior montadora da Europa enfrenta uma grande crise em seus dois principais mercados, China e Estados Unidos.
Os gastos totais, atualizados anualmente como parte do plano de investimento quinquenal da Volkswagen, se comparam a 165 bilhões de euros para o período 2025-2029 e 180 bilhões para 2024-2028.
Pressão de tarifas sobre a Volkswagen
A Volkswagen, que inclui as marcas Porsche e Audi, tem sido pressionada pelas tarifas sobre as importações dos Estados Unidos e pela concorrência acirrada na China.
Isso prejudicou os lucros principalmente da Porsche, que vende cerca de metade de seus carros apenas nesses dois mercados e revelou um grande retrocesso em sua estratégia de veículos elétricos.
Blume disse ao semanário Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung que o foco do último plano de gastos estava ‘na Alemanha e na Europa’, inclusive em produtos, tecnologia e infraestrutura. Ele disse que as conversas sobre um programa de economia estendido na Porsche se estenderiam até 2026.
Gringos na moda ![]()
Desse jeito pode faltar ações rsrs.
O resultado após as deduções cumpre a meta fiscal estabelecida para o ano, de déficit zero, que tem uma tolerância de 0,25 ponto percentual do PIB.
O resultado após as deduções cumpre a meta fiscal estabelecida para o ano, de déficit zero, que tem uma tolerância de 0,25 ponto percentual do PIB.
O rombo total do ano, no entanto, é de R$61,691 bilhões, equivalente a 0,48% do PIB. Esse é o valor que, de forma efetiva, impacta negativamente a dívida pública do país.
Há duas semanas, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, antecipou o resultado agora oficializado.
O déficit total do governo central, composto por Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, foi maior no ano passado do que o observado em 2024, quando o saldo negativo ficou em R$42,924 bilhões.
Os números dizem respeito à diferença entre receitas e despesas do governo, sem contar o gasto com juros da dívida pública.
As despesas totais de 2025 tiveram alta real de 3,4%, a R$2,394 trilhões.
Já a receita líquida do governo, que desconta transferências a Estados e municípios, subiu 2,8% em termos reais sobre 2024, a R$2,333 trilhões.
Em entrevista à imprensa, o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, disse que os resultados fiscais da atual gestão, ainda que precisem melhorar, mostram rombos menores que os observados em governos anteriores, que eram “declaradamente fiscalistas”.
“O processo de recuperação fiscal está acontecendo, e com crescimento econômico robusto para nosso padrão histórico”, disse.
Ele reconheceu, no entanto, que pode ser necessário um debate sobre revisão de parâmetros do arcabouço fiscal para intensificar o ritmo de recuperação das contas públicas a depender do nível dos juros no país, que elevam o custo da dívida pública.
Segundo ele, essa discussão poderia passar por eventuais mudanças no teto de crescimento real de 2,5% ao ano dos gastos federais ou na trava que limita a alta das despesas a 70% do desempenho da arrecadação.
Os ganhos de receitas em 2025 foram impulsionados por uma arrecadação adicional de R$43,6 bilhões de Imposto de Renda (+5,2%), R$15,4 bilhões de Imposto sobre Operações Financeiras (+21,3%), recentemente elevado pelo governo, e R$9,0 bilhões de Imposto de Importação (+10,9%).
No sentido contrário, houve redução de 57,9% nos ganhos com concessões e permissões do governo (-R$10,0 bilhões), além de uma queda de 34,3% nas receitas de dividendos e participações (-R$26,3 bilhões). No caso da arrecadação com exploração de recursos naturais, houve alta de 11,7% (+R$14,8 bilhões).
O Tesouro informou ainda que o empoçamento — recursos que haviam sido liberados para ministérios, mas terminaram o ano em caixa — ficou em R$8 bilhões, contra R$12,5 bilhões observados no fechamento de 2024.
Em relação ao mês de dezembro, o governo central registrou um superávit primário de R$22,107 bilhões, saldo menor que os R$24,106 bilhões de superávit em dezembro de 2024.
Para 2026, Ceron afirmou que o governo espera entregar um resultado fiscal mais próximo da meta estabelecida para o ano do que o observado em 2025.
Em entrevista à imprensa, Ceron afirmou que “o grande objetivo da política fiscal” neste ano é alcançar um superávit nas contas públicas.
O alvo fiscal para 2026 é de superávit primário de 0,25% do PIB, com tolerância de 0,25 ponto percentual do PIB.
Se esse fluxo se manter, esse ano vamos ter um retorno excelente.
