Os dados que utilizo são do IBGE mesmo. Só vejo o Caged, mas não conheço API que dê acesso. Os dados acima são bem diferentes. Pelo que tenho aqui, até 2020 oscilamos entre 90 a 94-95 milhões de ocupados. E agora chegou a 98. Eu imagino qual era a força de trabalho na época do PT para manter o desemprego baixo… Virava tudo desalentado.
Novo CAGED e Caged pega os dados daqui. No site mesmo separam as duas séries por entender que não são comparáveis. Pelo que entendi o novo Caged é uma correção do antigo que não considerava todas bases de dados.
http://pdet.mte.gov.br/novo-caged
O do IBGE é bom que mantém a mesma fórmula, e mostra bem alguns períodos bem sombrios da história do brasil.
Todos alegam falar a verdade. O problema é que ambos os lados são movidos por suas paixões.
Todos são livres para alegar a verdade. A verdade é uma só, gostando ou não.
Mudou bastante a relação. Mas no contexto geral e ainda levando em conta as pesquisas mais sérias, parece mais provável ganhar dinheiro apostando no Lula. Eu estava bem certo de que ele ganharia, hoje diria que meio a meio. Nas mídias sociais, discute-se ideologia, na mesa do bar, amor ou ódio. Mas o divisor de águas é sempre o emprego, a economia. É isso que faz o “bolsonarista” votar em Lula e o “lulista” votar em Bolsonaro. Como o cenário mudou muito a favor do Bolsonaro, vamos ter eleições muito acirradas.
Um dos poucos institutos de pesquisa com "investiment grade no Brasil (não recordo o selo ou a graduação que é feita) é o Paraná:
Saiu 31 de Agosto:
Os dados espontâneos permanecem quase ou exatamente os mesmos de meses atrás. Podemos partir do princípio que esta é a votação mínima de cada candidato.
Abaixo a estimulada e deixo por região do país, pois contextualiza melhor:
Mais uma vez, a faca está nas mãos de SP/MG/RJ.
Essa a evolução que comentei:
Aqui o segundo turno:
Fiz as contas rapidamente, se for tudo em base 100: 3,4 eleitores mudaram seus votos para algum candidato, dos que mudaram, 77% o fizeram para o JB. Apesar da diferença ainda ser grande, é apenas uma pesquisa e nesse momento as tendências são muito importantes.
Conheço bastante gente que mudou o voto pra ele por que foi beneficiado por causa dos auxílios. Realmente qualquer um no governo usa a máquina do estado pra tentar se reeleger. Pena que teto de gastos no Brasil era uma ilusão.
Brasil está com superávit primário de 230bi nos últimos 12 meses. Acho justo quem conseguiu isso decidir se devolve dinheiro a parte dos cidadãos mais pobres ou se paga juros da dívida
A mesma desculpa que lula usava pra aumentar os benefícios, porque estava sobrando.
O Bolsonaro que era grande crítico da “bolsa farofa” e do aparelhamento do estado vai lá e faz igualzinho aos maiores adversários e até a justificativa é a mesma.
Nós temos que pagar juros pra não deixarmos nosso país ficar com a dívida ainda mais fora de controle.
Lula ou Bolsonaro ganhando tamo ferrado, são farinha do mesmo saco.
Deixo de votar nele assim que roubar o mesmo tanto do PT.
Se você acha que nosso dinheiro empregado em cuba e outras ditaduras é mais útil do que empregado em benefício da nossa população, pode votar no outro. Democracia é isso, as pessoas votam, alguém ganha e segue o jogo.
Em último caso, se ver que o país vai degringolar, posso sair, afinal juntei e venho juntando dinheiro e minha profissão permite trabalhar de qualquer lugar.
Ruim é pra quem votar no pior e não poder sair do país (não estou dizendo que é seu caso), esse estará lascado.
Sou totalmente contra qualquer auxílio do governo. O unico auxílio que o Estado pode oferecer é diminuír impostos e criar leis. Dito isso, em 2022, da Hungria até o Pacífico, com nossas democracias tão pouco espartanas, o mecanismo para se eleger é explorar estrangeiros, semiescravos e pessoas que citando o exemplo de Esparta, não seriam cidadãos. Atena vivia isso e o resultado foi a classe alta se apoderar doa tribunais populares, mas era uma democracia choca. O conceito de cidadão na sua essência está destorcido. Infelizmente é uma tendência mundial entre outras coisas como a taxação de dividendos e grandes fortunas. Um colega (italiano) comentou comigo que na Itália por exemplo existe auxílio para quem não faz nada de 800 euros. Mesmo diante da realidade européia, onde é difícil ver alguém trabalhar por menos de 2.000 euros, muitos escolhem não fazer nada porque já fecha a conta. Aqui mesmo sei desta ou daquella que trabalha na informalidade só pra tirar 1.200 extra todo mês. Tudo bem, eu entendo ter filho e tudo mais. Mas o Estado não sabe usar o martela, ele usa a marreta. Só o contraponto, discordo se s”pressupõe que essa virada na tendência vem disso, na melhor das hipóteses isso põe Lula e JB no mesmo patamar de disputa. Esses auxílios não são de hoje. Se brincar a correlação do número de empregos e do aumento nas pesquisas do J.B é próximo de 1. Pra mim o povo vota nisso, podemos conversar economia aqui a noite inteira e não conseguimos um voto nem de um colega forista rs. As demais questões, mais temáticas, a meu ver já estão assentadas na pesquisa espontânea.
Não, não acho, e não vou votar em nenhum dos dois, e respeito quem acha um ou outro menos pior, só realmente não entendo.
Só estou apontando que ficar aumento de auxílio pra ganhar eleição é exatamente tudo que todo mundo que se diz de direita e conservador sempre berrou contra nos outros anos. É que nem a “TV Lula” que era desperdício de dinheiro mas nos últimos 4 anos ficou mostrando passeio de moto, presidente abanando de sinal e jogo de futebol do presidente.
Pra mim não tem como ficar defendendo aumento de gastos de estado sobre qualquer pretexto que não seja realmente uma emergência. É que nem defender aquele seu amigo que tá endividado até a tampa, ganha uma bolada e gasta tudo comprando um carro novo.
Por eu estar verdadeiramente informado, ser patriota, e discordar do desmonte dos:
Ministério da Cultura
IBAMA
FUNAI
INPE
Vacinas
Programa de moradias
Educação
Saúde
Ciência, tecnologia e inovação, CNPQ e outros
(pesquisem para ver onde o atual governo desinvestiu)
…já não ganha meu voto, por quê? porque isto tudo destrói qq projeto inteligente de desenvolvimento e soberania.
Por ainda ser contra:
uso da religião na política
discurso de ódio
todo (TODO) tipo de intolerância
nepotismo
corrupção
garimpo ilgeal
desmatamento ilegal
milícia
Votarei em qq outro para interromper este “estado das coisas”. Hoje OPTO, é o LULA 13, amanhã teremos outra opção.
Você sabia?
Devido ao fato que o que temos hoje é inviável, o menos pior para o Brasil é mesmo o “Molusco”.
“Cidadão de bem” invadindo a casa da ex-mullher armado e agredindo o atual companheiro dela. É nisso que dá o afrouxamento da liberação das armas de fogo, com exemplo na própria família do presidente.
1) Multiplicação dos prejuízos
“Estudo recente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que cada R$ 1 desviado pela corrupção representa um dano para a economia e para a sociedade de R$ 3”, afirma o diretor do ETCO.
2) “Contaminação” dos honestos
Outro efeito que pode ser percebido é a “contaminação” de honestos por corruptos. Agentes públicos que antes exerciam suas funções corretamente podem passar a agir pensando em benefício próprio ao perceberem as vantagens que os colegas desonestos obtêm. No mínimo, sentirá um grande desestímulo na profissão.
3) Aumento da ineficiência
O excesso de burocracia também pode fazer parte do ciclo vicioso da corrupção. “A ineficiência alimenta a corrupção e a corrupção alimenta a ineficiência”, diz Abdenur.
4) Sensação de impunidade do cidadão
Reduzir a corrupção a zero é quase impossível. “Mesmo em países mais desenvolvidos existe corrupção e, por vezes, ela não é pequena”, afirma Abdenur. O principal problema do Brasil então, na opinião do especialista, é a falta de punição correta para esse tipo de crime. “No Brasil existe um problema sério de impunidade. Nos Estados Unidos, a média para que uma sentença em casos de corrupção saia é de um ano. Já no Brasil, esse tempo é de dez”, afirma.
5) Desmoralização das instituições (e da democracia)
Pesquisa realizada pelo Ibope no auge das manifestações de junho já havia apontado que 89% dos entrevistados não se sentiam representados por partidos políticos. No início deste mês, novo levantamento da instituição revelou que a confiança dos brasileiros nas instituições em geral e nos grupos sociais caiu 7 pontos em relação ao ano passado.






