kkk tua estratégia: acusar os outros daquilo que tu faz
A esquerda “tupiniquim” já não engana mais. Ninguém aguenta mais um STF que fede!
- O Senado não rejeitava um indicado ao STF há 132 anos.
combater a corrupção ou diminuir a pena do papis?
Que esquerda mais suja…o Flávio assinou.
Flávio negou qualquer relação com o atraso. Segundo ele, Vieira acelerou a coleta de assinaturas durante o fim de semana de forma deliberada para constrangê-lo publicamente. “Ele correu com as assinaturas exatamente para dizer que eu não assinei, porque eu tenho algum rabo preso, o que é mentira. E ele sabe disso”, disse (Fonte: UOL)
opa, advogado do Flavio Rachadinha kkk
verdade, toda a mídia é mentirosa e persegue o coitado do Rachadinha
o Flávio Rachadinha sentiu a pressão porque tem o rabo preso, vai fazer o que sempre faz, finge que é a favor mas vai botar a bundinha na parede, num tem moral para peitar ninguém: STF, Xandão, CPI do Master, etc
sorte e saude mental j.black , vai precisar !
Teu ídolo. Óbvio que a grana não tá no nome dele, mas em algum paraíso fiscal na conta do filho, mais conhecido por Lulinha. Vc sabe disso, né?
Concordo, mas quero ver privatizar quem dá prejuízo.
Para os que dão prejuízo pesado o primeiro passo é enxugar bem e no limite simplesmente fechar totalmente.
De qualquer forma não seria fácil, pois, temos no mínimo uns 200 anos de patrimonialismo consistente.
famoso audio do Queiroz falando da rachadinha no gabinete do Flávio
“Tem mais de 500 cargos lá, cara, na Câmara, no Senado, pode indicar pra qualquer comissão alguma coisa sem vincular a eles em nada, em nada. Vinte continho pra gente caia bem pra caramba, meu irmão, caia bem pra caramba, entendeu? Não precisa vincular a um nome, chegar lá, pô cara, o gabinete do Flávio faz fila de deputados e senadores lá pessoal para conversar com ele, faz fila, pô é só chegar lá, meu irmão, nomeia fulano aí para trabalhar contigo aí, salariozinho bons desse aí, cara, pra gente que é pai de família, p### que o p####, cai como uma uva.”
Ciro Nogueira recebia mesada de R$ 300 mil para defender interesses de Vorcaro, diz PF
Senador foi alvo de busca e apreensão
A Polícia Federal descobriu que o senador Ciro Nogueira (PP-PI) recebia repasses mensais de 300 mil reais de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Há a suspeita de que a “mesada” tenha aumentado para 500 mil. Nogueira foi alvo da 5ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes envolvendo o banco.
Na decisão que autorizou a operação, o ministro André Mendonça, do STF, afirma que foi indicada a “realização de repasses mensais de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), ou mais” ao senador.
Gladson Cameli foi apontado pela PGR como líder de esquema que desviou R$ 11,7 milhões em contratos públicos.
A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou nesta quarta-feira (6) o ex-governador do Acre Gladson Camelí (PP) a 25 anos e 9 meses de prisão por crimes ligados a um esquema de corrupção investigado pela Operação Ptolomeu, da Polícia Federal. A pena deverá começar em regime fechado, embora ainda caiba recurso.
Os ministros acolheram a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que acusou o ex-governador de comandar uma organização criminosa responsável por desvios milionários envolvendo contratos públicos no estado.
Camelí foi condenado pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraude em licitações. Além da pena de prisão, o STJ determinou pagamento de multa e indenização de R$ 11,7 milhões, valor apontado pelas investigações como prejuízo aos cofres públicos.
A investigação da Polícia Federal teve como foco contratos firmados durante sua gestão com empresas ligadas ao entorno familiar do então governador. Segundo a PGR, parte do esquema teria operado por meio da contratação de uma construtora associada ao irmão de Camelí.
O caso começou a ganhar dimensão nacional em 2021, quando a PF deflagrou a Operação Ptolomeu para investigar suspeitas de direcionamento de contratos, lavagem de dinheiro e movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a renda dos investigados.
Em maio de 2024, o STJ já havia aceitado a denúncia contra o então governador. Na ocasião, porém, a Corte rejeitou o pedido de afastamento imediato do cargo feito pela Procuradoria-Geral da República.
Durante o processo, Camelí negou as acusações. Em depoimento prestado em novembro de 2024, afirmou que não participou de irregularidades e contestou as conclusões da investigação.
O ex-governador deixou o comando do Acre em março deste ano para disputar uma vaga no Senado. A renúncia abriu espaço para a posse definitiva da então vice-governadora Mailza Assis (PP).
Após a condenação, Camelí publicou mensagem nas redes sociais afirmando que irá recorrer da decisão. A defesa ainda pode apresentar recursos dentro do próprio STJ e posteriormente ao Supremo Tribunal Federal (STF), o que impede o início imediato do cumprimento da pena.








