PSSA3 - Porto Seguro


#1

Principais Destaques - 3T 16

Crescimento das receitas totais de 6% no 3T16 e no 9M16 em comparação aos mesmos períodos do ano anterior

Aumento de 5% nos prêmios auferidos de seguros no terceiro trimestre e de 6% nos nove primeiros meses do ano (2016 x 2015)

Lucro líquido no 3T16 de R$ 205 milhões (-2%) e de R$ 620 milhões (-13%) no 9M16 (sem business combination). Desconsiderando o efeito não recorrente² que impactou o 3T15, a variação do Lucro Líquido seria de +13% no trimestre e -10% no acumulado do ano

O ROAE atingiu 13,5% (-1,5 p.p.) no trimestre e 13,9% (-3,7 p.p.) no acumulado do ano (sem business combination)

Índice combinado de seguros alcançou 97,9% (+1,6 p.p.) no 3T16 e 99,0% no 9M16 (+2,7 p.p.). O índice combinado ampliado foi de 91,1% (+0,9 p.p.) no 3T16 e de 91,5% (+1,9 p.p.) no 9M16

Resultado financeiro total de R$ 284 milhões no 3T16 (+35% vs. 3T15) e de R$ 948 milhões no 9M16 (+24% vs. 9M15)

O resultado das aplicações financeiras sem considerar recursos de previdência atingiu R$ 252 milhões no 3T16 (+78% vs. 3T15) e R$ 791 milhões no 9M16 (+44% vs. 9M15), correspondendo a uma rentabilidade de 3,5% (100% do CDI) no trimestre e de 11,4% (109% do CDI) nos nove primeiros meses do ano


#2

Achei muito boa a ideia:

Inédito, Seguro Auto Popular até 30% mais barato vira realidade pela Porto Seguro
Modalidade de seguros para automóveis pretende incluir uma categoria que hoje corresponde a 70% dos veículos que rodam nas ruas brasileiras

SÃO PAULO – A Azul Seguros, da Porto Seguro, anunciou hoje para a imprensa o lançamento do primeiro Seguro Auto Popular no Brasil, categoria que barateia em até 30% a contratação de seguros para automóveis. Seu principal diferencial com relação ao seguro tradicional é a possibilidade de utilizar peças usadas ou não originais para determinadas modalidades de conserto.
A categoria começou a ser regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) em março deste ano, mas apenas em 30 de setembro foi lançado um texto que passou a compreender tanto o uso de peças não originais como o de oriundas de desmontagem. Essa amplitude era, de acordo com especialistas da área, essencial para viabilizar o oferecimento por seguradoras.
Já totalmente pronto para atender clientes interessados, o Seguro Auto Popular da Azul aguarda apenas o aval final da Superintendência para de fato ser colocado no mercado – algo que deve demorar entre duas e três semanas, de acordo com o diretor geral de Auto da Porto Seguro, Luiz Pomarole. Ele será lançado inicialmente na região metropolitana de São Paulo, onde o mercado de autopeças elegíveis para esse uso já é substancial.

Inclusão

Em seu primeiro formato, o Seguro Auto Popular da Azul cobre carros a partir do quinto ano, em 40 modelos de até R$ 60 mil, em uma missão de inclusão. A lista compreende carros como Gol, Pálio, Ka, Corsa e até mesmo alguns sedãs médios como o Corolla.

A divisão é necessária porque apenas esse tipo de carro de fato seria elegível para um seguro deste tipo. Carros mais novos que isso, além de muitas vezes possuírem seguro da própria montadora, ainda não possuem peças usadas suficientes para permitir uma operação grande de troca – e a legislação de copyright também não permite a existência de opções “genéricas”.

Conforme explicaram os representantes Pomarole e Felipe Milagres, diretor da Azul Seguros, a ideia é fisgar pelos valores atrativos um mercado que nunca possuiu um seguro antes. E os números são promissores: de acordo com a Confederação Nacional de Seguros Gerais, CNSeg, cerca de 70% dos veículos que circulam no Brasil são descobertos.

Regras

Para garantir segurança, nem todas as peças poderão ser substituídas por produtos usados ou “genéricos”, mas apenas aquelas que não fizerem parte da estrutura de segurança do veículo, como para-choque, vidros, lanternas, etc. Rodas, airbags e a estrutura do motor, por exemplo, seguirão seguindo as mesmas regras do seguro tradicional para reposição.

Conforme exigido pela Susep, todas as empresas que tiverem intenção de fornecer essa modalidade deverão deixar bem claro que as peças de reposição não serão sempre novas e originais. É obrigatório também que se ofereça de saída a opção do produto tradicional – antes mesmo de apresentar o seguro mais barato.

Parceria e segurança

Para fornecer as peças usadas, a Porto Seguro conta com parceria da Renova Ecopeças – companhia de três anos de atividade que desmonta carros já segurados pela companhia para obter as peças usadas. Quando houver a necessidade de substituição de peças críticas à segurança do veículo, como freios, peças novas serão utilizadas.

Na tentativa de garantir a legalidade da procedência de todas as peças, a Renova utiliza um sistema de rastreamento catalogado pelo Detran e com ferramentas antifraude. Todos os carros desmontados recebem números de série intransferíveis, e cada peça tem um adesivo com essa distinção. “Além disso, usamos um spray com nanopartículas para que seja impossível falsificar essa identificação”, explica Bruno Garfinkel, executivo da Renova.

Ainda de acordo com ele, a empresa em um ano de funcionamento já desmontou cerca de 2 mil veículos - número expressivo sem o qual seria inviável oferecer um produto de seguros que dependa dessas peças.

Para o longo prazo, os executivos esperam até que o oferecimento desse tipo de seguro diminua o interesse de venda de peças ilegais - o que, na melhor das hipóteses, poderia melhorar os índices de criminalidade envolvendo furtos e roubos de veículos.


#3

PSSA3 - 4T 16

Resultado fraco. Só teve um crescimento no lucro líquido frente ao 4T 15 por conta de um IR diferido de 33M. Na comparação trimestral, o lucro operacional encolheu -17%, caindo de 336M p/ 279M. A principal causa disso foi que a receita se manteve estável, ao passo que as despesas aumentaram.

Um fator que preocupa mais é a queima de caixa que a empresa fez em 2016, frente a 2015. O Caixa liquido das atividades operacionais caiu de 1.0B, p/ 520M, uma queda de quase -50%.

PSSA3 foi uma das indicações que tinha feito semana passada, p/ a CAFI fevereiro. Mas certamente ela não estará presente nos meus votos da CAFI em março, a não ser que a cotação sofra uma queda significativa.


#4

#5

PSSA3 - 4T 2017

Resultado razoavel. Uma queda no lucrlo liquido, muito por conta da mudança do cronograma de pagamentos do JCP (senão teria apresentado alta de 9% frente o 4T 16).

pssa1pssa2

Cotação atual 43,10;
Preço alvo pelo PSBe esta em 86,47 , com potencial de valorização de 100%.
Pelo FCD, utilizando uma taxa de crescimento de 8% ano, p/ os próximos 5 anos, com 10% de taxa de desconto, chego a um valor de 63,74, com potencial de valorização de 48%.
Na cotação atual, o mercado esta precificando pelo FCD um crescimento anual de -1% p/ os próximos 5 anos.

Em outras palavras, o ativo mesmo com a alta recente, ainda está barato.


#6

Caramba, por esses cálculos está barato demais esse papel.

Cadu, esse PSB vai entrar na plataforma?


#7

O PSBe vai entrar sim, assim como o FCD. São duas métricas interessantes p/ calculo do preço alvo, uma baseada em valor e a outra em crescimento.


#8

Legal!!


#9

Bom dia. Desculpem a ignorancia mas, o que é PSBe? Abs


#10

PSBe = Preço Sugerido Pelo Balanço, exponencial no lucro
http://forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754


#11

@cadu
Tenho esse ativo em minha carteira. Vc acha qual melhor preço alvo 63,74 ou 86,47


#12

Usaria um meio termo entre os dois como alvo.


#13

Beleza Cadu. Obrigado.

Como vc faz pra chegar no seu preço alvo de venda de um ativo. Eu sei fazer a conta pra saber o VP de uma ação só.


#14

Uso as formulas do Psbe e do FCD. Ambas vão estar presentes na próxima versão da plataforma, a sair em breve.


#15

Ai sim!!! Valeu !!!


#16

1T 18 - PSSA3
Ótimo resultado. Crescimento de 28% no lucro liquido, e boa evolução dos números em geral.


#17

Boa tarde Cadu, tenho PSSA3 e BBSE3 penso em vender PSSA e aumentar posição em BBSE oque acha.


#18

Respondido aqui: Valuation