Avisos de Compra e Venda & Debate sobre Carteiras - 2ª parte

Isso não pode ser sério. Não demora e vão começar a tabelar preços.

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Matheus, compartilha aí quando possível porque concentrou 40% no Banrisul.

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@sr_fouquet deve dar perto de 50% em brsr já.
O banco está com quase todas as agências abertas e possui o maior market share no RS.
Estâo com uma posição muito conservadora em termos de liquidez e além disso receberam mais 5 bi do Banco Central recentemente, estão no momento até acima da média em termos de caixa. O crédito está bastante seletivo.
A parte digital está crescendo de forma bastante acelerada, 60% das transações do mês de março ocorreram via digital (ótimo desenvolvimento tecnológico do banco), e ao contrário de outros bancos ainda tem grande potencial de crescimento nesta área.
Estão aumentando linhas de negócios em pequena e médias empresas além de pf.
Os dividendos estavam na média dos 40% nos últimos anos, mas esse ano serão forçados a trabalhar com 25% por ordem do Banco Central.
Mas mesmo com a crise, até poderiam manter os 40%, pois a empresa deve seguir saudável.
Não houveram mudanças, até o momento, na demanda de crédito. (precisariam esperar mais algum tempo para ter uma visão mais clara).
Como o banco é mais conservador na hora de atribuir o rating dos cleintes, acreditam estar bem preparados. Tem um saldo de provisão acima de 8% da carteira. Grau de cobertura acima de 200%.
Aumentarão o crédito agrícola.
Número de agências: banco vem de uma racionalização de sua estrutura de custos, reduzindo bem número de agências e focando no digital. Assim como Itaú e Bradesco. Foco atual na análise de sobreposição para redução de agências… Também com grande potencial de melhoras.
A Maior parte dos produtos possuem MS na faixa de 20% e depósito a prazo perto de 50%. Ou seja, é muito competitivo na região, com condições de disputar o mercado com os grandes e com os digitais (pequenos e médios devem sofrer na crise).
O crédito consignado: vem crescendo nos 2 dígitos. Esse ano, crescimento na mesma linha, que não deverá sofrer tanto. Hoje são 15 bi (5 bi via terceirização). Banco tem funding e taxas competitivas. Em março, desempenho em linha com meses anteriores.
Os Bancos são uma proteção natural contra a inflação, com o aumento na base monetária cedo ou tarde deve mostrar sinais… muito provável que seja tarde pois inflação depende do comportamento das pessoas que por um lado não estão comprando e o custo de muitos negócios está aumentando… alguns irão repassar estes custos outros terão mais dificuldades… quando tudo se ajustar deve haver inflação. Os supermercados já estão repassando preços e margens mais apertadas.
Possuem 300 prefeituras com folha dentro do banco, além do funcionalismo público do RS incluindo especialmente juízes, promotores, políticos e muitos outros que são ótimos clientes.
Também têm muitos aposentados, especialmente funcionários públicos aposentados.
Todos os acima, mesmo com inflação possuem direitos constitucionais a renda estável.

A meta de captação do banco deverá ser tranquilamente batida.
Produtos ligados à seguros, via parceria com Icatú Seguros, estão apresentando crescimento muito bom, consórcios também estão evoluindo mas ainda são pouco representativos.

Comparando com BBAS, quase todos os indicadores estão melhores, o retorno das operações comparados aos outros bancos está entre os Tops do país.

O preço estava quase na metade… em relação ao lucro… a muitas empresas que eu tinha em carteira e que não caíram tanto de preço… incluindo Itaú.

Em termos de lucros… eu quase dobrei o lucro da carteira fazendo a troca…

Pretendo me concentrar em BRSR, empresas ligadas ao dólar e empresas que serão pouco afetadas.

Vejo um grande upside… a ação estava a preços razoáveis a r$ 26… pode dobrar de preço a qualquer momento… Itaú não espero que dobre tão facilmente… além disso se o preço não subir posso continuar aportando até ela recuperar o preço, sendo possível montar grande posição com preço baixo e aportes constantes em LP, os lucros seguem crescendo.

A margem de segurança está boa, e melhor que tudo oq vendi para concentrar.

Achei que não dá para perder a oportunidade que o mercado está dando…

Existem outras… uma reformulação da carteira considerando empresas que caíram demasiadamente vs outras que não cederam tanto é muito válido.

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Tenho cerca de 13% da carteira em BRSR6.

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Excelente explicação! Praticamente sintetizou a entrevista da suno com o Marcus Staffen e Alexandre Ponzi. Na live, demonstraram que o banco está uma robustez e liquidez para passar tranquilamente por esse momento delicado da economia.

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Graças ao @vkjr que assistiu ao call e manja muito.

Eu já vinha montando posição há um bom tempo no BrSR chegou a hora do xeque mate.

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Também existe uma possibilidade de privatização do Banrisul ou estou equivocado?

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Os cidadãos do rs bairristas são bastante desfavoráveis, e impedem os governantes que precisam de votos de venderem… nos preços atuais acredito que fica mais distante.

Do ponto de vista do governo é uma opção muito provável…mas que exige ainda grandes esforços para convencer os cidadãos.

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Pode ficar tranquilo. Já estão dando um jeito de burlar a Constituição do RS, para afastar a necessidade de plebiscito e, então, privatizar o banco na marra e contra a vontade do povo do RS.

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Algum dia vou entender pq governantes privatizam empresas que dão lucro considerável ao Estado.

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Pelo li, especulava-se a possibilidade de privatização, mas depois do coronavírus e a queda no preço da cotação, não havia mais sentido falar nisso. No cenário pós recuperação da cotação devem voltar os burburinhos. Alguns cidadãos de lá tratam o RS como se fosse um país. Já deixei de fazer um concurso público no RS porque o boleto da inscrição só era pago no Banco Banrisul.

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Deve voltar quando o touro aparecer.

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Bom dia! Agora (7:43) europa, dj futuros e petróleo subindo. Se manter devemos ter alta hj! Abc

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Estava com PM=15,22 em PRIO3. Vendi a 19,22, depois ela chegou a passar dos 28,00 e nunca mais voltou nem perto dos 19,22… lição aprendida…

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Ótimos comentários, Matheus, concordo em todos os pontos, aliás o que você falou sobre a inflação já está sendo discutido nos países europeus, pois a tendência é que restaurantes, teatros etc tentem compensar os prejuízos do lockdown aumentando preços e possivelmente consigam pela vantagem competitiva que irão adquirir de haver menos concorrência.

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Tem algum artigo pra compartilhar sobre isso?

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For much of the past decade economists and investors have debated whether inflation is dead, or merely sleeping. Within a year, it will be clear that it is very much alive and kicking.

Markets are not priced for this. At the moment, investors are focused on the very near-term effects of Covid-19, which will undoubtedly be deflationary. In the coming months, headline rates of inflation will plummet, not least because the dramatic fall in oil prices will drag global indices of consumer prices lower. Annual inflation rates will, for a few months, turn negative.

But within a year, we will be looking at a very different picture.

For a start, oil prices will pick back up. Russia, Saudi Arabia and the US — the three largest producers of oil — are caught in a game of chicken. They have so far failed to come up with a solution that sufficiently addresses the current oversupply in the market.

But none can sustain Brent crude below $40 a barrel for long. Saudi Arabia needs its oil revenue to finance government spending. There are also fewer projects in North America that are viable with oil below $50, so supply will naturally contract, pushing prices higher in the longer term.

Moreover, the shifting inflationary outlook is not solely dependent on the trajectory for energy prices. The increase in inflation will be broader across a range of goods and services.

When stay-at-home restrictions are removed, demand will roar back. Families will flock to restaurants, shops, shows, and mini-breaks — anything but remaining in the homes they have been confined in.

Households will, in many cases, have built up savings to fund such a binge. In Europe, this is thanks in large part to the generosity of governments’ employment subsidies which should mean that the rise in unemployment is modest.

In the US, the fiscal stimulus is less about making sure people keep their job and more about boosting the social safety net. Average weekly unemployment benefits have been increased from roughly $385 per week on average to $985. Our judgment is that a lot of people who receive this benefit will actually be better off while out of work.

The recovery in demand will be much swifter than the recovery in supply. It will take some time for dislocations in global supply chains to be resolved and shop shelves to be restocked.

Service providers such as restaurants will be keen to capitalise on the return of their customers and recoup the losses of the spring and early summer. Food and theatre prices will rise.

The ability of some companies to raise their prices will be enhanced if some of their competitors have not made it through the shutdown. Households may have a smaller range of restaurants and shops to choose from.

A rise in the broad price level, alongside some recovery in oil prices, will see overall inflation jump. This might prove temporary if the short-term supply constraints ease and governments withdraw their generous fiscal injections in a timely manner. However, there is also a risk that policymakers leave the stimulus in place for too long.

Policymakers have demonstrated in recent years a clear tendency to err on the side of delivering too much rather than too little. And populations will not tolerate talk of a new wave of austerity so soon after the last. It is possible that the monetary and fiscal taps remain turned on for longer than necessary, allowing medium-term inflationary pressures to build.

The most obvious investment opportunity is inflation-protected bonds. The most recent time the global economy stuttered and oil crashed was 2015. The benchmark basket of UK inflation-linked bonds returned minus 1 per cent that year. But in 2016 the same bonds returned more than 25 per cent.

It is tempting to think that a whiff of inflation will spell trouble for standard government bonds given current low yields. Price rises erode the real value of future coupons and thus the value of nominal bonds. However, the primary role of central banks in this crisis is to help governments fund their debt cheaply. Given that the size of the fiscal expansion is unknown, central banks are increasingly shifting to maintaining low yields as their stated objective.

By the time we expect inflation to return, most developed world central banks will be operating yield curve control. The Japanese and Australians are already there. Effectively, the US Federal Reserve is too.

This is significant — the 1940s showed that a determined central bank can hold down bond yields even when the nominal economy is expanding rapidly. But even if government bonds do not suffer significant losses, a more inflationary environment will favour a portfolio more heavily tilted to stocks over bonds.

Karen Ward is chief market strategist for Emea at JPMorgan Asset Management

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Queria comprar mais um lote de ABCB4, mas essa desgraça tá subindo faz mais de uma semana.

Aumentando posição em ENBR3 a 16,84.

Que aula cara! Eu tenho uns 7% da carteira em BRSR6 e vou aumentar. De onde vc tirou todas essas informações?

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