CIEL3 - Cielo

Acho que ela caminha pra uma fechada de capital.

Ela ainda é líder, gera boas margens, mas tem uma concorrente que não está nem um pouco preocupada com gerar lucro. Isso porque o Itaú usa a rede pra atrair clientes e oferecer outros produtos, então pode rodar no negativo ou 0 a 0 se quiser. E aparentemente para o consumidor é um serviço meio “commoditizado”, pouco importando quem presta o serviço.

Imagino que a menos que a Cielo tire um coelho da cartola com alguma tecnologia nova o BB e Bradesco vão acabar cedo ou tarde fazendo uma OPA.

Todos praticamente já estão rindo da empresa ou decretaram o fim dela. Realmente, quem pensar em comprar CIEL nesse momento, está assumindo conhecer muito da empresa, entender muito do negócio e acreditando em algum driver ou fusão. Está indo pra bacia das almas…

Ainda estava na casa dos seis reais… kkkk

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nao acho que os controladores queiram colocar $$ em um negocio que caminha para lucro zero(vide rede) ao menos o bradesco ja descarto isso

Esse coelho da cartola que você menciona é a unica salvação da companhia.
Ja tiveram varias tentativas frustradas, a ultima que me lembro foi quando tentaram fazer um celular que era uma maquininha tambem.
Enfim, desde quando o Itau deu inicio a guerra das maquininhas, ela vem sangrando e a guerra não acabou.
E tenho la minhas duvidas sobre lider de mercado, varias praças GRANDES, que você visita, só ve Stone. Esta sim, é uma empresa que não sangra as margens e tem um serviço TOP.

Relatando uma impressão: tive contato com as duas empresas , Cielo e Stone, entre outras, na contratação de máquinas pro negócio, e o atendimento da Stone é algo muito acima do nível normal do Brasil. É muito bom! O preço não foi o melhor, mas a tranquilidade do rápido atendimento numa necessidade e o treinamento da equipe da Stone são absurdamente superiores. Não sei o quanto isso é relevante, ou é a famosa “análise de boteco” do tipo não tomo mais Antarctica logo Abev vai fechar, mas essa questão da qualidade do atendimento foi perceptível… realmente não sei se tem alguma possível de ser comparada com a Stone.

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No mundo das ações estou a pouco tempo, mais no mundo do comercio já estou a bastante tempo, hoje o mundo de adquirência está muito disputado, posso citar aqui agora umas 10 empresas onde antes só existiam 2, a uns anos atrás se pagava em média ente 3% e 4% de taxa e mais o aluguel da máquina que era em torno de 100 reais, hoje em dia não se tem mais os alugueis das maquinas e a taxa está em torno de 2%, o que posso afirmar com isso é que a cielo na melhor da hipótese vai ser ¼ ou 1/5 do que já foi um dia, agora aperta que fica com os senhores é se elas mesmo dando um lucro de ¼ ou 1/5 do que já deu um dia ainda seria uma impressa que vale a pena investir.

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A tendência é continuar se atenuando a concorrência, com mudanças rápidas na tecnologia e eficiência de todos os players somada à ameaça de novos modelos de negócio disruptivos.

Se o player A ou B vai sair na frente não sei… para mim está parecendo a corrida maluca do desenho. Todos os resultados parecem possíveis. Como não consigo entender claramente quando vão estabilizar as margens e o modelo de negócio para fazer um valuation, prefiro aguardar.

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Para mim só existe uma aposta sensata em Cielo, que nem é tão irreal assim, na verdade é bem possível: a saída do Banco do Brasil. A Cielo é uma empresa extremamente estratégica para o Bradesco. Para ilustrar, tem um dos índices mais conhecidos do mercado, o Índice Cielo do Varejo Ampliado ICVA e informações detalhadas de cada varejista. Se colocar lado a lado Stone e Cielo, vai ver que Cielo praticamente não entrou no mercado de crédito enquanto a Stone está com os dois pés dentro. Ampliar essa área depende de um posicionamento do controlador. Com dois bancos que disputam o mesmo mercado isso não daria certo. Se ficar só o Bradesco, a empresa faz o maior turn around da história. Acho mais fácil segurarem prejuízo por 20 anos na empresa do que fechá-la, não vejo banco abrindo mão desse potencial estratégico que a Cielo tem.

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Concordo com tudo oq vc disse @sr_fouquet … Só não tenho racional p valuation no presente momento. Quase impossível saber onde os lucros estarão.

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O ponto central que eu vejo é que muita gente não entende o setor e as mudanças que estão ocorrendo, apesar de ser um setor confuso. Primeiro, o que está aumentando no setor são as “subadquirentes”.
Cielo, Stone e PagSeguro são adquirentes. As subadquirentes oferecem o serviço completo, por exemplo, adquirência + gateway + acesso aos cartões de crédito. São como uma terceirizadas. Porém, elas dependem de parceria/aprovação com as adquirentes, com os cartões de débito/crédito, com os bancos e com o gateway.
Outro fato é que Samsung Pay, Apple Pay etc são simplesmente aplicativos para substituir os cartões de débito/crédito, devido a comodidade, a segurança, a proteção etc. Porém, elas fazem parcerias com alguma adquirente, bandeiras de cartões, gateway e subadquirentes.
Já sobre a exploração do mercado de crédito pela Cielo, eu vejo muito mais como interessante e estratégico para o Banco do Brasil e o Bradesco, devido a possibilidade de “inadimplência zero - algo complicado no Brasil”. Como a Cielo faz a transação comercial, então ela pode emprestar dinheiro e nos repasses fazer a dedução da parcela (que seria bem estratégico). Acredito que a Stone esteja fazendo essa jogada.
Outro fato que contribui para isso é o que você citou sobre Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), pois ela tem acesso ao fluxo de caixa da empresa mensal e sazonal, inclusive, pode até obter o perfil/preferência dos consumidores através de informações dos cartões de débito/crédito. O ponto negativo é processar essa informação, gerar conhecimento e valor agregado.
O ponto principal é que olhar o passado da Cielo é um tiro no pé. Tem que olhar daqui para a frente e provavelmente tanto o setor como as empresas levarão uns 3/4 anos para uma visão mais clara do mercado. Em relação a Stone, ela está em “lua de mel” com o mercado, pois o IPO é recente - vide IRBR.
Outro fato negativo é que nosso mercado de capitais é extremamente volátil, devido aos barracos políticos, então dificulta qualquer processo de valuation e a percepção de como o mercado está enxergando a empresa, além do prazo de 26 anos de plano Real.
Por fim, estou acompanhando este setor, pois me interessa, devido todos os dias ocorrerem pagamentos no Brasil e no mundo.

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Também não faço idéia. Sei que valeria muito para o Bradesco ficar com ela, mas se o minoritário ganharia com isso ou se fechariam capital, não dá pra prever.

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O modelo da Stone é mais baseado no modelo bancário mesmo. Maquininha, QR Code, Pic Pay, são todos meios para um fim, que é vender crédito, se alguém se pergunta, a margem de meios de pagamento em específico tende a 0.

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Eu conversei com uma pessoa “mega investidora” que pensa o mesmo q vc @sr_fouquet sobre possível papel estratégico p Bradesco.

Acho q de fato existem conflitos de interesses entre os controladores, mas se a questão for somente crédito, podem entrar em algum acordo e fazerem as operações de crédito, o problema talvez seja como dividir o spread.

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