Brinquei das 3 postagens por dia, mas chega o pau Niltao, enquanto eu tiver paciencia vou respondendo suas belas analogias apropriadas para cada tema tratado
Nova cepa segue a tendencia da evolução de um vírus… ou seja, baixa letalidade e alta transmissibilidade…
Se você fosse um vírus inteligente, iria preferir matar as pessoas ou que elas sobrevivessem para que você pudesse se espalhar mais…
Querendo ou não o virus é só um ser que quer se alinhar ao ecosistema … e para isto a letalidade alta dificulta sua propria sobrevivencia e propagação…
realmente estranho que tenham voltado atrás na divulgação… vi na internet que tem algo a ver com sigilo, mas não faria sentido, já que sem a divulgação não deve ter a aprovação… Agora a reportagem fala que o butantã disse que a eficácia é proxima de 50%, mas pelo que eu vi disse que é acima de 50%…
Pelo que vi a Indonésia publicou que geram anticorpos, mas isso não é igual a eficácia…
Eu fico triste que não é uma boa vacina, pq estamos precisando de boas vacinas, dada a situação de calamidade. Não comemoro as pessoas não terem vacinas para tomar. Demorar uma vacinação.
Mas fico feliz que é um exemplo de ciência, não tem teoria da conspiração, entendam como um exemplo, pode reduzir o negacionismo de alguns: “Não da para mascarar a efetividade de uma vacina. Testes provarão o contrário.”
Uma vacina foi criada. Com base em testes em várias agências de saúde ao redor do mundo, vem sendo provada a qualidade dela. É atestada ou não sua eficiência. Nesse caso, ta sendo provado que a Coronavac não é boa.
Sem teoria da conspiração, ciência pura. Ciência sendo ciência.
Ciência não é política.
Politicamente agora, é botar a conta da cagada, se a vacina não for útil, na conta do Dória e na da empresa da vacina. Não na da ciência. A terra segue sendo redonda.
Uma pessoa desonesta pode afirmar que encontrou a cura pra aids. Segundo ela, é um chá de uma planta que ela não sabe o nome e que tem no quintal de casa.
Uma empresa pode sair afirmando que descobriu uma vacina que previne da aids igualmente. Desenvolveu dentro de seus laboratórios.
Em ambos os casos, com base em ciência, testes, pode ser provado que nenhum método funciona, e que tanto a empresa quanto a pessoa foram desonestas afirmando que tinham chegado a cura da aids. Apesar deles afirmarem terem chegado na cura, de afirmarem terem chegado com base na ciência, não houve ciência ali, eles foram desonestos, mentiram, houve manipulação, manipularam o método científico, fraudaram os testes, enfim, erraram em algum ponto e nunca podiam ter afirmado nada, chegado a aquela conclusão. É diferente. Ciência segue sendo ciência. Desonesto é quem mente em nome da ciência para provar algo que não existe.
Os estudos na turquia foram com cerca de 1300 voluntários e todos abaixo de 59 anos: ou seja, preliminar. No Brasil foram 13 mil, incluindo idosos: conclusivo. Cientistas já esperavam números menores por conta do tipo da vacina (vírus inativado), 90% parece ser uma utopia.
Pontos a se levantar:
Porque a precipitação em divulgar os dados ou mesmo a necessidade de adiá-los, é a Sinovac mesmo ou a cúpula do Dória?
Parece que há uma disputa política x ciência na questão da eficácia. Políticos querem algo próximo da Pfizer, cientistas trabalham com a realidade.
O contrato entre China e Turquia obviamente não incluía a mesma cláusula de confidencialidade que aqui, essa assimetria precisaria ser explicada.
Instituto Butantan criando uma crise de transparência e confiança. Qualquer número que apresentem agora, além do atraso, vai gerar dúvidas. Levando em conta a resistência que já havia contra a vacina chinesa, tão com filme totalmente queimado.
Até mais, agora ninguém sabe se os dados apresentados serão do estudo brasileiro ou uma consolidação de todos os estudos na tentativa de melhorar os números. Uma bagunça é a melhor definição.