ENAT3 - Enauta (ex-QGEP3)

Sistema definitivo.

Edit: agora que eu vi que o colega acima respondeu quase tudo.

Ainda temos saída da Queiroz Galvão do controle, com eventual melhora de execução. Tem também opcionalidades na Bacia Amazônica.

É uma aposta de risco, mas vale estudar.

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Boa Tarde,

Mais uma aquisição da empresa:

FATO RELEVANTE
Enauta adquire participação no Parque das Conchas

https://api.mziq.com/mzfilemanager/v2/d/58581687-ef6b-4185-99f8-7189e4d08a71/d5ab99bb-c57e-e790-4661-d90cf48a9cf3?origin=1

Com as últimas aquisições , o potencial de produção da empresa passou de 50mil barris / dia para ± 63 mil barris / dia .

Mais de 20% de acréscimo na produção.

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Enauta divulga dados operacionais de janeiro

Rio de Janeiro, 5 de fevereiro de 2024

A Enauta Participações S.A. informa que, em janeiro de 2024, a sua produção total foi de 795,4 mil barris de óleo equivalente (boe), detalhado na tabela abaixo.

ATLANTA – Sistema Antecipado em plena produção

O Sistema Antecipado de Atlanta está em plena produção, atingindo, em janeiro/24, mais de 21 mil boe por dia em média com a operação de 3 poços produtores. Atualmente estão em operação os poços #5, #4 e #2, sendo que a produção desse último foi retomada em 1º de janeiro.

Ao longo de janeiro/24, foram registrados importantes avanços no projeto da Fase 1 de Atlanta. Em 21 de janeiro, o primeiro sistema submarino de bombeio multifásico (MPP), fabricado pela OneSubsea, foi embarcado na Noruega com destino ao Brasil. A MPP será instalada para apoiar a produção de petróleo e gás de Atlanta e sua entrega no prazo se destacava como o principal desafio para realização do cronograma de primeiro óleo do FPSO Atlanta previsto para agosto de 2024.

MANATI – Produção reflete a sazonalidade

A produção de janeiro/24 refletiu a sazonalidade do mercado, com gradual redução da produção de gás natural não-associado.

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Enauta divulga dados operacionais de fevereiro

Rio de Janeiro, 5 de março de 2024

A Enauta Participações S.A. informa que, em fevereiro de 2024, a sua produção total foi de 783,1 mil barris de óleo equivalente (boe), detalhado na tabela abaixo.

ATLANTA – Resiliência de produção do Sistema Antecipado

Em fevereiro/24, Atlanta registou produção média diária de 21,4 mil boe/dia, em linha com o mês anterior, refletindo a estabilidade dos equipamentos e a plena capacidade do Sistema de Produção Antecipada. Desde a retomada de produção, em novembro/23, já foram produzidos mais de 2,2 milhões de boe.

No mês, a implantação do Sistema Definitivo registrou importantes avanços. O 1o módulo dos equipamentos de bombeiro multifásico (MPP), fabricado pela OneSubsea, foi entregue à Enauta no Rio de Janeiro em 14 de fevereiro e será instalado no 2T24. Os outros 2 módulos estão em fase de testes finais e comissionamento na Noruega para entrega no 2T24. Em fevereiro também foram finalizados umbilicais previstos para o sistema.

A concretização dessas entregas reassegura a realização do cronograma do 1o óleo do FPSO Atlanta até agosto/24.

MANATI – Produção estável

A produção de fevereiro/24 seguiu estável em relação aos meses do 4T23, revertendo a redução verificada em janeiro/24.

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Um ponto que não está destacado é o fato de que Atlanta produz óleo com baixo teor de enxofre. Esse tipo de óleo (bunker) é usado em navios por exigência regulamentar. O “bunker” tem prêmio sobre o brent. A Enauta não captura esse prêmio por enquanto porque ela tem contrato de venda que vai acabar em breve. Um conhecido que entende muito de Enauta coloca U$ 5,00 de prêmio sobre o brent de maneira conservadora. Pode chegar a 10~12.

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4t23

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“Sem o AFBV, o lifting cost da Enauta é na casa dos US$ 12,7 por barril. Com o AFBV, esse lifting cost cai para uns US$ 10,” disse uma fonte próxima à companhia. “Então, na prática, se a WAO optar por exercer a compra do pro rata nessa subsidiária, a WAO vai ter uma geração de caixa maior ao longo do tempo.” Considerando o valor do AFBV, o valuation dos dois campos subiria para US$ 1,82 bilhões, ou R$ 9 bi, um pouco acima do market cap de R$ 7,4 bi da Enauta."

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E os caras também abriram programa de recompra de ações. Entre os motivos:

“o valor atual das suas ações no mercado não reflete o valor real dos seus ativos e a perspectiva de rentabilidade e geração de resultados”.

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Pessoal da Jive é foda. Não entra para perder.
Mudança forte na forma de gerir a empresa.

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Essa Jive não brinca em serviço!!

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Lenha em ENAUTA neste momento.
Mercado não gostou (possivelmente, da relação de troca).

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Eu zerei tanto ela quanto RECV na abertura.

Tava dado que 3R subia e essas duas caíam. Mas acho até que já tá exagerado, especialmente na RECV.

Na minha opinião, a Enauta mandou o recado pro mercado inteiro de que está cara. Já havia dado recado similar quando vendeu parte do campo recentemente em um valuation perto do valor de tela. Talvez a empresa acredite que os riscos da operação de Atlanta sejam maiores do que o mercado tava precificando. Enfim, nesse momento, estou só com Prio (eu não tinha 3R) e sentado num caixa razoável pra ver o que faço agora.

Eu cheguei a ter 27% em Enauta e reduzi bem. Ontem eu tava com 14% e zerei tudo na abertura. E fiz bem.

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Boa análise!

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Acabei comprando um pouco de Enauta no final do pregão. -10 é exagero. Precificaram uma destruição de valor na soma das partes.

As duas somadas perderam uns 800 mi nessa brincadeira. Acho, inclusive, que nesses preços, Enauta é mais jogo que 3R. Mas vamos acompanhar.

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Pessoal que conhece a Enauta está metendo o pau nos atuais acionistas, dizendo que eles só estão pensando numa forma de sair do negócio (a fusão iria aumentar bruscamente a liquidez do novo papel).
Particularmente, não acompanho e não vou dar opinião. Sigo de fora vendo o circo pegar fogo.

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Assinatura de Memorando de Entendimentos para integração de atividades da Enauta e 3R

Rio de Janeiro, 10 de abril de 2024

A Enauta Participações S.A. (“Enauta”), em continuidade ao fato de relevante de 1º de abril de 2024, informa que, após aprovação unânime do seu Conselho de Administração, celebrou Memorando de Entendimentos com a 3R Petroleum Óleo e Gás S.A. (“3R”) e a Maha Energy Offshore Brasil Ltda. (“Maha”) para refletir os entendimentos a respeito de potencial transação envolvendo a integração de atividades da Enauta e 3R. O Memorando de Entendimentos estabelece, em especial:

  • Premissas, termos e condições gerais que regem a potencial transação, incluindo aquelas referentes à realização de troca de participação atualmente detida pela Maha em sociedade controlada pela 3R por participação direta na 3R (roll-up);
  • Exclusividade de diligência e de negociação por 30 dias, prorrogável por igual período.

Pela potencial transação, ocorrerá a incorporação da Enauta pela 3R e os acionistas da Enauta receberão novas ações da 3R de modo que o capital social da nova companhia integrada será representado por 53% de acionistas da 3R e por 47% de acionistas da Enauta, sujeito a ajustes.

A potencial transação prevê ainda o roll-up da participação de 15% da Maha na 3R Offshore de modo que ela receba 2,17% da nova companhia integrada, sujeito aos termos e condições previstos no Memorando de Entendimentos incluindo emissão de fairness opinion.

A estrutura da potencial transação, incluindo a relação de troca a ser estabelecida, está sujeita a alterações e ajustes usuais para esse tipo de operação e em decorrência de diligência.

A implementação da potencial transação está condicionada à celebração dos documentos definitivos e a condições precedentes, incluindo a aprovação pelos acionistas da Enauta e da 3R e a obtenção das aprovações legais e regulatórias, incluindo, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE.

A Companhia engajou como assessores financeiros a XP Finanças Assessoria Financeira e o Citigroup Global Markets Brasil CCTVM e como assessor jurídico o escritório Pinheiro Neto Advogados.

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