ETFs no Exterior

abri conta no exterior mês passado e pretendo investir apenas por ETFs…
Depois de ler o livro do Bogle, fico tentado a investir apenas em VOO.

Tava estudando um pouco sobre alguns de small-cap value, e me deparei com o AVUV, mas desconsiderei por ter gestão ativa. Estou convencido em investir apenas em gestão passiva, que siga indicadores “padrão”.

DLS e DGS eu estou bem na dúvida, pois apesar de seguir indicadores, entendi que esses indicadores são calculados pela própria gestora do fundo. Pra mim isso pareceu uma gestão ativa disfarçada de passiva.

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Então… esse livro que me fez inicialmente considerar etfs, mas no Brasil cheguei a conclusão que não valia tanto a pena pela questão tributária. Apesar disso tive IVVB11 por uns quantos anos por ser na época a forma mais fácil de se expor ao exterior.

A própria empresa dele, Vanguard, já publicou alguns papers que falam que algumas classes tem mais expectativa de retorno que outras. De uma olhada que eles tem alguns etfs de valor “passivos”, que só aplicam um filtro.

Eu só não compraria somente o VOO, que é só EUA, embora possa fazer sentido pro público americano, pra quem o livro foi escrito. Ou colocaria um pouco de VXUS ou compraria VT, pra se expor a outros países. Não acho que só porque os EUA sejam o melhor retorno nos últimos anos isso vai continuar nos próximos anos.

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vou comprar alguma coisa pra me expor fora dos EUA tb, mas ainda tou na fase de estudos e tou começando pelos EUA pq será a maior parte do capital e por ser mais fácil de estudar.

nos EUA, por enquanto comprei VOO, QQQM e VNQ
Aí tava estudando algum fundo de small cap ou small cap value, e tou inclinado em comprar o IJR.
Mas fico pensando cada vez mais se estou complicando mais que deveria, e talvez devesse só comprar o VTI pros EUA.

Sobre ETFs no Brasil não gosto muito da ideia por não gostar do IBOV como indicador, e a taxa de adm de 0,3% do BOVA11 acho alta pra um fundo passivo. (alta quando comparo com os custos de ETF nos EUA)

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Poisé, além do BOVA11 ter taxa alta, você perde a vantagem de dividendos não serem (até agora) taxados no Brasil.

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depois de umas 2 semanas de estudo, minha carteira lá fora vai ficar assim:
20% VOO
20% IJR
10% VNQ
10% VEA
10% VIGI
20% XSOE
10% CXSE

Sei que há um overlap entre XSOE e CXSE. 35% de XSOE é China, então no final das contas, cerca de 17% da carteira ficará alocada na China e 13% em outros emergentes.

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E lá vamos nós … ganhando 100% na AMC. Esperando os trolls da internet fazerem seu trabalho direitinho :sunglasses:

Alguem pensou em investir em ETFs que são atrelados à inflação? tipo VTIP ou STIP? pelo que entendi é tipo um tesouro NTNB

Não, mas tenho interesse. Querendo colocar uma parte do que está na minha conta em um título assim

Nos EUA não creio que valha a pena, os prêmios estão negativos porque todo mundo já teve essa ideia

Ou seja, estão pagando algo louco como IPCA - 1. Se a inflação alta se confirmar, você tem uma perda fixa. Se não, os yields sobem e os preços dos títulos despencam, e você perde do mesmo jeito

Só protege de um possível derretimento total do mercado, e mesmo nesse caso com certeza haveria algum efeito sobre bonds em geral, só seria uma perda menor que na bolsa

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Pessoal do ETF,

Alguém vê algum motivo para não optar pelos ETF de acumulação irlandeses? Pelo que pesquisei, há sempre um quase-equivalente aos que a gente já conhece, só que com vantagens tributárias.

Para o montante que enviarei, taxas e custódia ficam bem pouco em relação às vantagens. Dá pra ganhar uns 0,5% de patrimônio a mais por ano pelo que calculei baseado no meu DY habitual.

Quando penso no fator herança então… Não vejo porque todo mundo com alguma boa quantia ainda investe nos ETFs dos EUA em vez de nos da Irlanda rs

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na verdade não pesquisei a respeito.
usa qual corretora para essa opção? IB?

Só vejo isso como um problema para um grupo bem específico: gente com quase 100% em renda variável, praticamente tudo no exterior, e que se recusa a ter BDRs como alternativa

Aí realmente é possível você atingir o limite de isenção dos EUA tendo “pouco dinheiro” para explorar estratégias sucessórias como offshores, trusts e o monte de coisa que deve permitir burlar isso

Acho que o problema a se considerar também é que em caso de falecimento, é necessário fazer um inventário lá também, mesmo com menos de 60k dólares, pelo que venho estudando.

Estou estudando isso também, mas na Irlanda existem custos de corretagem/custódia, ainda não consegui chegar em uma conclusão sobre isso.

Que nem você falou, depende do valor investido e do prazo do investimento.

Eu só descobri eles quando já tinha conta na Avenue. Pra mim valeria a pena migrar, mas como a diferença não é nada absurdo, fiquei na Avenue por praticidade e inércia.

Pelo que vi, as únicas desvantagens seriam a menor quantidade de etfs (gosto de investir em fatores, não tem muitos lá) e o risco da Irlanda mudar suas leis de isenção até eu me aposentar.

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È a que mais ouço falar. Não sei se tem outra melhor.

EU tenho pesquisado ETF’s de fator lá. Alguns estão na mira.

EUA são mais completos mesmo, mas me parece que a Irlanda não fica devendo.

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Pensando em entrar nesse ETF

Ele é short, alavancado 2x, em titulos longos do tesouro americano.

E como vc investe? Qual corretora?

Lembro de ter visto os neutros, e de valor só dos EUA e acho que um large caps ex-usa.

Mas concordo com você, quem pretende ter um valor maior lá fora, tem um Horizonte maior de investimento e não faz questão dos relatórios de ir das corretoras pra brasileiros os etfs irlandeses de acumulação parecem valer mais a pena.

Eu vou refazer as contas pra ver se a maior corretagem e os custos um pouco maiores valem o esforço pra mudar, ou se vou aceitar a praticidade sabendo que o retorno vai ser menor

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