Rsrs. Talvez pareça fácil com poucas cotas. Mas pra quem tem muitas cotas complica. O preço desaba quando vende muito (não consegue vender pelo preço alto). E tem o Imposto de Renda pago na venda. Tudo precisa ser na correria e calculado. Quando o preço sai próximo, esses problemas amenizam.
eu não me sinto obrigado a entrar pois se o fundo tomar umas pauladas no preço por uma emissão muito baixa não me sinto afetado a LP… (caso eu não entre)
sem contar que geralmente, se já estou no fundo, é porque ele passou nos meus critérios e por isso geralmente subscrevo em 80% das emissões que acontecem nos meus fundos, então penso diferente, por mim que derreta, que emitam lá embaixo ![]()
Veio FR achei que era a emissão prometida, que nada:
Venda de imóvel Air Liquide em Campinas

representatividade pequena no fundo
Era um imóvel de 1700 m² com pé-direito de 3 metros, destoava completamente do portfólio do fundo. Achei positiva a venda, só espero que tenham algo para fazer com o dinheiro e que apresentem uma solução para o galpão de Guarulhos que a FedEx já anunciou que vai sair.
https://fnet.bmfbovespa.com.br/fnet/publico/exibirDocumento?id=87607
Vem informar aos cotistas e ao mercado em geral que, nesta data, o Fundo firmou uma Escritura Pública de Compra e Venda (“Escritura”), um Termo de Assunção de Obrigações e Outras Avenças e um Termo de Opção de Venda de Bens Imóveis (“Compromissos Acessórios”), por meio dos quais concluiu a venda de ativos detidos pelo Fundo na região de Atibaia/SP (“Imóveis”), a seguir listados:
O galpão denominado Ed. Os Lusíadas - condomínio Barão de Mauá (“Lusíadas”), localizado na
Rodovia Dom Pedro I, Km 87, em Atibaia – SP;Os módulos 9, 10 e 11 do Ed. Onix - condomínio Centro Empresarial Atibaia (“Onix”), localizado
na Avenida Tégula, 888, em Atibaia – SP;O galpão denominado Ed. Albatroz - condomínio Gaia Ar (“Albatroz”), localizado na Rod. Dom
Pedro I, Km 90, em Jarinu – SP.
Não sei se são bons negócios, mas geralmente os passos da gestão foram bons para o fundo. Vamos confiar mais uma vez.
Parece que não tinham tanta relevância no fundo.
não tinham, o Rodrigo explica bem neste vídeo,
sobre estas vendas,
penso eu (chutômetro) que eles estejam vendendo imóveis de pequena relevância pra simplificar a gestão nos imóveis carro-chefe do portfólio,
Imóveis pouco relevantes ok, dá mais trabalho que retorno. Vendeu imóveis de Atibaia, principal foco de vacância, ok. Opa peraí, vendeu os imóveis de Atibaia MENOS o que está com vacância prolongada, e ainda se comprometeu a achar inquilino. Achei a TIR da negociação pífia, mas como já falei a gestão deve saber o que faz.
Geralmente, imóveis são reserva de valor. Você consegue no máximo uma reposição da inflação. Para ter um ganho real precisa haver melhorias de alto nível na região, ou seja, melhorias que agreguem valor a localização. Como o Brasil é um país muito parado em termos de inovação imobiliária etc, então é algo difícil de acontecer. Nos EUA é bem comum situações assim. Muitas vezes eles revitalizam toda uma região com múltiplas formas agrupadas (shoppings, parques, teatro, restaurantes, shows, etc) que o valor dos imóveis vai lá pra cima.
Minha irmã é americana. O pai do marido dela trabalha assim, comprando imóveis desvalorizados e revendendo depois de uma reforma.
Fez fortuna assim.
Nos EUA eles têm um baita mercado imobiliário bem desenvolvido e consolidado. Já fiquei sabendo de gente que era gerente do Banco do Brasil na década de 80 e foi para lá atuar na construção civil e fez fortuna. Hoje esse cara tem em torno de 50 imóveis lá e vive de renda de aluguéis. A crise de 2008 só ocorreu devido a interferências do governo para os bancos expandirem linhas de crédito para o grupo subprime, pois esse grupo não era aceito pelos bancos na concessão de crédito imobiliário.
E quem tinha dinheiro na época da crise do subprime tb se deu … preço caiu muito e agora já se recuperou.
Um de meus arrependimentos financeiros é não ter comprado um imóvel lá logo depois da crise. Dólar baixo, imóveis baratos … e ainda tenho uma conhecida corretora de imóveis lá. Bobeei mesmo.
Prospecto preliminar da 6ª emissão:
https://fnet.bmfbovespa.com.br/fnet/publico/exibirDocumento?id=102169
Eu abrindo posição hoje em HGLG, passo a ter direito a subscrição?
Sim, tem que ter a cota entre os dias 8 e 9
Até o dia 08/07… se comprar dia 09/07 não tem direito.
Acho razoável participar da emissão, yield projetado de ~6% a.a., com o IMA-B 5+ a 4,05% hoje dá praticamente 2% de prêmio de risco. Hoje negocia com 1%. Se mantiver esse patamar pode gerar até mesmo uma pequena apreciação na cota pelo aumento do valor patrimonial.
