Notícias Sobre o Mercado

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“Dell in May and go away” batendo na porta … se isso se concretizar no mês de maio aí assim veremos uma queda pesada no ibov

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:eyes: :brazil:

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https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2026/05/25/projecao-do-focus-para-crescimento-do-pib-de-2026-passa-de-185-para-189.htm

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https://www.infomoney.com.br/mercados/brasil-ganha-cada-vez-mais-importancia-em-portfolios-globais-diz-santander-asset/

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Inflação desacelera em junho e fica em 0,16%, abaixo do esperado

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A pergunta eh ; o quanto estes números está maquiados :thinking:

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Embora o IBGE não seja legalmente subordinado a nenhuma empresa privada ou organização particular, os dados que ele produz são o “oxigênio” da economia, do mercado financeiro e da academia.

Por causa disso, diversas entidades particulares, civis e independentes funcionam como “fiscais informais”.

Elas avaliam, cruzam e testam a veracidade das informações do IBGE em tempo real.

Se o instituto errar ou houver suspeita de manipulação, essas instituições apontam as inconsistências imediatamente.

As principais entidades particulares que cumprem esse papel de validação são organizadas abaixo:

  1. Casas de Análise Econômica e Mercado Financeiro

Bancos, corretoras e consultorias privadas têm equipes inteiras de economistas seniores cujo único trabalho é antecipar e checar os indicadores de inflação (IPCA) e atividade econômica (PIB) do IBGE.

O que fazem: Eles possuem modelos próprios de previsão. Quando o IBGE publica um dado muito diferente do esperado pelo mercado (conhecido como “fora do consenso”), essas instituições privadas destrincham as planilhas do IBGE para checar se houve falha metodológica.

Exemplos: Grandes bancos privados (Itaú, Bradesco, Santander), consultorias econômicas (como a Tendências Consultoria ou MB Associados) e agências de classificação de risco (como Moody’s e Fitch Ratings).

  1. Institutos de Pesquisa Independentes e Think Tanks

Existem fundações e institutos privados/particulares que realizam pesquisas paralelas de preços, emprego e economia. Eles servem como um “espelho de comparação” para os dados do IBGE.

FGV (Fundação Getulio Vargas): Embora seja uma instituição de ensino e pesquisa de caráter privado, a FGV é uma das maiores validadoras indiretas do IBGE. Ela calcula o IGP-M (outro indicador de inflação muito famoso) e índices de confiança do consumidor.

Se os dados da FGV e do IBGE começarem a divergir drasticamente sem uma explicação técnica, o mercado e a mídia cobram explicações de ambos.

Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos): É uma entidade de pesquisa mantida pelo movimento sindical (portanto, privada).

O Dieese calcula o custo da cesta básica e monitora o emprego.

Eles frequentemente confrontam ou validam a metodologia da Pnad Contínua (pesquisa de desemprego do IBGE).

  1. Sociedades Científicas e Universidades Privadas

A comunidade científica de dados, demografia e geografia acompanha o IBGE linha por linha.

Associações Técnicas: Entidades como a ABEP (Associação Brasileira de Estudos Populacionais) e a ANPEC (Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia) são formadas por profissionais do setor privado e acadêmicos. Durante o Censo Demográfico, por exemplo, essas associações criam grupos de trabalho independentes para auditar a qualidade da coleta de dados em favelas, terras indígenas e grandes centros urbanos.

  1. Consórcios de Imprensa e Jornalismo de Dados
    A imprensa profissional conta com núcleos especializados em checagem de dados econômicos e sociais.

O que fazem: Veículos de comunicação e plataformas privadas de dados (como o Nexos, Valor Econômico e portais de jornalismo investigativo) cruzam os microdados que o IBGE disponibiliza publicamente com outras bases de dados (como registros de cartórios, dados de operadoras de telefonia e satélites) para validar se os números batem com a realidade geográfica e demográfica observada.

Portanto, o mercado particular não fiscaliza o IBGE por obrigação de um contrato, mas por puro interesse de sobrevivência, já que tomar decisões de investimentos bilionários baseando-se em dados públicos errados causaria prejuízos massivos para o setor privado.

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Bela reaposta da IA, mas insistem na manipulação, aconteceu na argentina, mesmo sendo apontada a manipulação, os valores persistiram sendo manipulados, imagina a galera do IPCA+ com manipulação do IPCA.

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Fui em uma palestra de investimentos, onde questionaram os números oficiais do IPCA, que não refletiam a “inflação”.
A explicação do palestrante me pareceu convincente.
Nós investidores, estamos acostumados a um consumo de padrão superior à maioria da população, grande parte do que consumimos está atrelado ao dólar e suas variações, ou seja, nosso consumo é mais atrelado ao dólar do que ao IPCA.
Ou seja, o IPCA não estaria errado, pois ele refletiria os preços de produtos que são consumidos mais pela base da pirâmide.

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Desculpe, passatempo. Não entendi muito bem sua resposta. Você acredita que com todas essas instituições, que considero sérias e preocupadas com os números divulgados pelo IBGE, pois afetam diretamente sua existência e seus lucros, se deixam manipular pelos dados divulgados, ou essa ideia de manipulação seria mais uma teoria da conspiração, que não quer admitir que a economia está caminhando bem?

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sério que isso está em discussão ??? vcs acreditam mesmo que o ibge divulga o ipca real, sendo que 1% a menos faz com que o governo economize bilhões e bilhões em reajustes!
Grandes bancos, empresas etc. possuem estudos particulares com essas informações, a questão é, o porquê divulgar isso? o porquê dizer que a informação do governo está errada? isso seria comprar uma grande guerra, não faz sentido, as coisas não funcionam assim, ninguém bate de frente com o governo/estado.

Os dados acredito que são reais, mas não reflete os preços aos quais nos investidores estamos exposto.
Vejo isso de forma empírica.
Tenho 2 negócios, do mesmo ramo, um ofereço produtos melhores, onde trabalho com muitos produtos importados e marcas premium. Esses 2 últimos anos, os custos aumentaram muito, e minha margem se apertou muito.
Já no outro, trabalho com produtos mais básicos, voltados pro público mais simples. Nesse, meus custos se mantiveram estáveis, inclusive aumentei minha margem nesse negócio.
O que foi dolarizado e para exportação, teve um aumentos muito maior que o IPCA, na nos produtos mais simples, se manteve próximo.

Isso não significa que a economia esteja boa, para minha área que é o comércio, está pessimo. Me sinto um vitorioso em pagar as contas em dia.

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Cara isso é uma meia verdade, mesmo o mais pobre viu a carne subir ai no minimo 10% nos ultimos 12 meses, vai na feira idem.
Concordo que quanto mais se consome mais se viu coisas subirem, só pegar ai uma pizza ano passado para esse ano, convenio…
Mas não é possivel que sejá só 5% em 12 meses, só se o cara não consome nada, vai direto no bom prato comer prato subsidiado, tem energia gratis, mora em um barraco…
Isso é IPCA?
Pra mim eu olho é no minimo IGPM, pois todo ano convenio vem ai nos seus 10%, energia veio 10%, carne 10%, gasolina… e por ai vai

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Economia caminhando bem? Dólar alto, juros lá no céu, crescimento do PIB pífio, poder de compra minguando, arrecadação recorde sem quase nenhuma melhora significativa para a população…

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