Analise Fundamentalista


#1

Topico p/ discussão sobre análise fundamentalista


Fundos Imobiliários
FRAS3 - Fras-Le
#7

@Cadu , o que acha das smallcaps, vocês costumam trabalhar com elas na carteira PenseRico?
Obrigado,
João


#10

@joao1 seja bem vindo ao forum!

Então João, na verdade gosto de empresas a bons preços, e que sejam eficientes. Dentro disso, no universo de ações da bolsa, muitas são small caps, que possuem liquidez menor, logo ficam longe dos holofotos dos grandes investidores. Então costumo investir sim em small caps, mas cabe ressaltar que dentro deste nicho de ações é essencial você investir em empresas com boa governança corporativa, visto que existem algumas empresas que não respeitam muito o acionista minoritário, podendo gerar prejuízos p/ o investidor por conta disso.


#11

#22

@joao1 smallcaps costumam ser mais arriscadas por serem pequenas, porém com retornos maiores. algo parecido com o que acontece com as pré operacionais, que no caso são ainda maiores.
Mas uma smallcap bem fundamentada pode ser um ótimo negócio.


#23

Olá @joao1 alé disso que o @MarquinhosVP citou. Os administradores das smallcaps tem a vantagem de poder administrar empresas menores, consequentemente estruturas menores. obtendo um maior controle de sua organização.


#24

Primeira parte de uma série de artigos de minha autoria:

Interpretando os Principais Indicadores Fundamentalistas – Primeira Parte


#25

Segunda parte de uma série de artigos de minha autoria:

Interpretando os Principais Indicadores Fundamentalistas – Segunda Parte


#26

Índice explicando os principais indicadores fundamentalistas


#27

Estratégias envolvendo análise fundamentalista – Primeira parte – Valor x Crescimento

https://portal.penserico.com/acoes/analise-fundamentalista/estrategias-analise-fundamentalista-valor-crescimento/


#28

Estratégias envolvendo análise fundamentalista – Segunda parte – Valor + Dividendos

https://portal.penserico.com/acoes/analise-fundamentalista/estrategias-analise-fundamentalista-valor-dividendos/


#29

Montando uma carteira de ações


#30

Será que a época de novos IPOs vão voltar?

Oferta da Alliar pode ser primeiro IPO em mais de um ano
Empresa de diagnósticos por imagem Alliar anunciou que vai fazer um IPO, que pode ser o primeiro na Bovespa em mais de um ano

http://exame.abril.com.br/mercados/oferta-da-alliar-pode-ser-primeiro-ipo-em-mais-de-um-ano/


#31

Pois é @Cadu, esses últimos anos com a bolsa em baixa nenhum empresário estava afim de vender parte de sua empresa. Agora é só voltar a ficar sobrevalorizada que os interesses voltam, afinal quem não quer captar muito mais dinheiro na hora de vender sua empresa. Por isso que IPO normalmente é muito mais vantajoso para o empresário do que para os minoritários.
Abs!


#33

Muito obrigado, este artigo me ajudou muito!


#34

Banco PINE (PINE4) divulgou nota afirmando que está estudando fechar o seu capital.
A empresa reportou um prejuízo de 7 milhões neste 3T 16, contra 5 milhões de lucro no 3T 15.
Seria mais um banco médio saindo da bolsa.


#35

Por esta eu não esperava…

Warren Buffet investe nas quatro maiores companhias de aviação dos EUA
Jornal Económico

A holding Berkshire Hathaway, propriedade do magnata norte-americano, anunciou a compra de ações em quatro das maiores companhias aéreas dos EUA.

American Airlines Group, Southwest Airlines, United Continental Holdings e Delta Air Lines foram as quatro companhias alvo da operação da holding de Warren Buffet que comprou acções destas empresas.

Trata-se de uma operação com contornos inesperados para a Berkshire que durante as duas últimas décadas evitou em investir na indústria aeronáutica após um investimento problemático na antiga US Air Group, uma das empresas que deu origem à atual American Airlines.

Além disso, amplia a aposta da Berkshire na economia norte-americana e em especial nos transportes. De facto, a holding já é dona da ferroviária BNSF e da unidade de aviões de luxo NetJets.

Em janeiro, a holding anunciou também a compra por 29.700 milhões de euros do fabricante de peças para aeronaves, Precision Castparts.


#36

Bacana a matéria:

10 conselhos de milionários e bilionários famosos para você alcançar a riqueza

Desde poupar dinheiro para aposentadoria até arriscar tudo em um novo negócio, saber lidar com o dinheiro é crucial

http://www.infomoney.com.br/carreira/gestao-e-lideranca/noticia/5679082/conselhos-milionarios-bilionarios-famosos-para-voce-alcancar-riqueza


#37

No mundo corporativo, os 70 são os novos 50

Aposentadoria compulsória sai de moda
Natalia Viri

Com o aumento da longevidade e as dificuldades de sucessão, as empresas que fixam um limite máximo de idade para a diretoria ou o conselho de administração estão flexibilizando as regras – e o dispositivo vem caindo em desuso.

O movimento mais recente foi o da Porto Seguro, que chamou uma assembleia para o começo de dezembro para elevar a idade máxima do cargo de presidente do conselho, de 70 para 72 anos.

É uma forma de manter na posição Jayme Garfinkel, que completou sete décadas neste ano. Ele deixou a presidência executiva em 2012, mas ainda é a cara da seguradora, tendo sido o principal responsável por torná-la líder em seguros automotivos no país.

Exemplos como o de Garfinkel são abundantes. Se há algumas décadas executivos com 65 anos estavam no fim de carreira e a morte parecia um destino próximo, hoje boa parte deles está em plena forma e no auge da experiência.

Ninguém se arriscaria a sugerir aposentadoria compulsória para Warren Buffett, chairman e CEO da Berkshire Hathaway (85 anos), ou descartaria Abilio Diniz (80) por estar ‘muito velho’ para comandar um negócio.

A idade média dos CEOs das empresas que compõem o Ibovespa é de 55 anos, segundo levantamento feito pelo Brazil Journal. As contratações mais recentes para cargos de alta diretoria feitas pela Michael Page no Brasil ficaram em torno dos 50 anos.

“As empresas estão cada vez menos preocupadas com a idade e mais com o que o executivo está sendo capaz de entregar”, afirma Fernando Andraus, diretor executivo da Page Executive.

Na Renner, por exemplo, José Galló acaba de completar 65 anos (25 de empresa) e sua saída terá que ser gentilmente coreografada, já que os acionistas o têm como a principal referência numa empresa sem dono.

Mais delicada ainda é a situação da Multiplan: a história da empresa se confunde com a de seu fundador, José Isaac Peres, 76 anos, até hoje no comando executivo. Sua sucessão é incerta.

Por aqui, poucas empresas listadas fixam idade-limite para cargos executivos no estatuto. Os casos mais notórios são Porto Seguro, Itaú, Itaúsa, Bradesco e BM&F Bovespa.

O Itaú previa que o presidente não poderia ter mais de 60 anos. Em 2014, flexibilizou a regra e aumentou o prazo em dois anos, de forma a manter Roberto Setúbal no cargo. O deadline se esgotaria no próximo ano.

Semana passada, o Itaú anunciou a escolha de Cândido Bracher como sucessor de Setúbal. Ele tem 58 anos — só dois a menos do que, há pouco tempo, era considerado a idade certa para pendurar as chuteiras.

Por ora, o banco descarta aumentar novamente o teto: “É importante manter a idade para abrir espaços e dar oportunidades no banco”, disse o chairman Pedro Moreira Salles durante o anúncio de Bracher.

Na Cidade de Deus, o Bradesco aumentou a idade-limite para a presidência de 65 para 67 anos, ganhando mais dois anos para a substituição de Luiz Carlos Trabuco depois da perda trágica de um sucessor tido como favorito.

Por trás dos dispositivos de limitação de idade normalmente está a ideia de preparação para a sucessão e reciclagem nos cargos de direção. Mas, segundo o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), a aposentadoria compulsória não é considerada parte da cartilha de melhores práticas — o importante é garantir sucessões suaves e a continuidade dos negócios.

“Com a idade, em geral, vem algum desgaste físico e mental. Mas isso é muito relativo. A sucessão tem que ser pensada independentemente da idade e as companhias com boas políticas de recursos humanos têm dois ou três possíveis sucessores para cada cargo-chave”, explica Robert Juenemann, conselheiro do IBGC.

O limite de idade para cargos corporativos também já enfrenta oposição na Justiça.

Em agosto, a Vale tentou incluir o teto de 65 anos para o cargo de CEO no estatuto, mas esbarrou na resistência de minoritários, que entraram com uma ação alegando que essa seria uma manobra para barrar candidatos ao cargo de Murilo Ferreira.

O juiz concedeu a liminar. Em sua decisão, argumentou que a idade-limite fere a Constituição e que não pode haver “discriminação de natureza negativa, que venha a excluir os mais velhos de direitos basilares”, como o direito ao trabalho.

O entendimento foi confirmado em segunda instância pelo desembargador Lucio Durante, que afirmou que a aposentadoria em idade determinada está “longe de ser um prêmio” e que “há outras formas de garantir que não haja estagnação dos cargos diretivos”.

Nos Estados Unidos, apenas uma minoria de empresas tem idade obrigatória de aposentadoria para os CEOs. De acordo com o The Conference Board, 21% das companhias com faturamento acima de US$ 10 bilhões tem políticas como essa, quase sempre estipulando a idade em 65 anos.

Por lá, a idade média dos CEOs das empresas que compõem o S&P 500 era de 57 anos em 2014, de acordo com a Spencer Stuart.


#38