Lembro depois de ter visto outro que concluía que não existia uma diferença significativa entre o resultado do distanciamento social incentivado e Lockdown, mas não achei agora.
Pra mim parece fazer sentido que quanto menos interações com outras pessoas, menor a taxa de contágio. Agora o grau de redução e que é questionável.
Moro com dois médicos, segundo eles uns 80% ou mais das pessoas que tão entubadas tomaram o kit covid… Quer dizer, não funciona… Veja bem, vc tomar um vermífugo e eliminar as lombrigas pode aumentar tua imunidade, pq vc encerra o desvio da sua nutrição para os vermes, você tomar vitaminas e minerais ja era recomendável ate antes do Covid (eu to tomando Centrum por exemplo). Cloroquina e hidroxicloriquina são lixos e político que faz propaganda deveria ser preso. Azitromicina combate bactérias, infecções, no trato respiratório, que podem vir secundárias a Covid, talvez, em aguns casos, ajude. Tomar tudo isso de uma vez é arriscado, sobrecarrega o fígado e tbm teria que acertar o timing, tomar constantemente machuca o fígado, tomar e depois não ficar doente (não entrar em contato com a doença) é tomar atoa, tomar depois de doente não é “preventivo”.
Bobeira, só pessoas assustadas/desesperadas (até compreendo) que querem soluções mágicas ficam nessa. Se alguem toma, o figado responde e ainda depois se cura da Covid, parabéns, tinha saúde de touro e podia não ter tomado nada que também se curaria. Solução mesmo é a vacina.
Sou a favor se o cara não toma vermifugo ha mais de ano, ter receito de ter verme, tomar uma vez e boa. Depois mantem na vitamina, faz uma dietinha, exercício fisico, caminhada e se cuida.
Depois de pegar a doença vai na fé, confiança no médico etc
Mas recomendo as pessoas pararem de acharem que tem razão, tentarem conversar com pessoas na frente de batalha. Não vale a opinião daquele médico clinico geral de 70 anos que fica só atendendo de sua salinha e male mal pisou em hospital nas ultimas décadas.
o problema é justamente este. da forma q é colocado as peossas ficam em casa no lockdown e se sentem seguras, assim se aglomeram entre familiares com pouca proteção.
Assista à entrevista com Dr. Roberto Zeballos na íntegra
Tem uma família de conhecidos que tem 4 pessoas internadas… Pegaram num almoço em família. Só que pra mim, se temos esses casos com certo distanciamento, teríamos mais casos se não tivéssemos.
O que é discutível é como criar esse distanciamento com o menor impacto na vida das pessoas. Pra mim lockdown completo deveria ser uma medida extrema, quando o sistema de saúde está já sem capacidade de atender as pessoas e as contaminações piorando…
Sobre o lockdown extremo, um problema que vejo na minha cidade (pequena, de interior) é que muitos tratam o lockdown como um “feriado” e aproveitam para fazer churrasco, ir a piscina, etc. (se as pessoas fizessem isso apenas dentro do laço familiar onde já tem contato isso não seria tão problemático, mas não parece que é isso que está acontecendo).
Outro problema gravíssimo que observo é quando reduzem o horário de funcionamento de estabelecimentos essenciais. Isso não entra na minha cabaça (com um horário menor acho que fica claro que teremos mais aglomeração nas lojas)
O problema de um lockdown é pensar que todos irão ficar em casa por 14 dias.
Eu por exemplo tenho 2 crianças em casa. Pergunto se alguém aqui com filhos pequenos já tentou ficar trancado em casa com eles por 14 dias?
Para quem não tem filhos, sugiro ver o filme o iluminado do Kubrick, para ter uma ideia do que acontece rs.
Acredito que haja opiniões de todos os lados (devem ser mais de 2) a respeito do lockdown. Para mim o problema continua sendo tolher um direito fundamental na base do “eu acho”.
Então, mas que o lockdown reduz o contágio é conhecido. A questão que os estudos posteriores questionam é se ele é necessário ou se podemos ter o mesmo resultado com medidas mais brandas.
Esta é a mesma tese de uso da hidroxicloroquina, efeito conhecido. Pior que ela ainda tinha o tal do resultado in vitro. Não questiono a transmissibilidade, isso é óbvio que se dá pelo contato, mas sim o uso do lockdown, isto é, restrição das pessoas em suas residências e toque de recolher em muitos casos. Aliás, tem um livro muito bom “A Peste” de Albert Camus, recomendo a leitura neste fechamento, me veio a cabeça falando do assunto.
HCQ o que ferrou tudo foi aquele estudo fraudado por aquele médico francês… Muita gente foi levada no embalo por aquele estudo. Fazia sentido o uso inicial, o que parou de fazer depois dos estudos maiores que não comprovaram a tese…
Sobre Lockdown, o problema também é que não adianta fechar o comércio se a população faz festa escondida, baile funk e coisas do gênero.
E os gênios dos nossos políticos não ajudam, com várias medidas que pioram a situação… um exemplo foi o aumentar o rodizio de carros em SP, que faria mais sentido ter sido extinto, pra não piorar mais a situação dos transportes públicos.
Esse verdadeiro médico; Dr. Roberto Zeballoscolocou detonou todos esses pseudos médico e deixou no chinelo quando o assunto é Ivermectina, essa aula detonou esse bando de médicos fuleiro.
“Eu acho” que a sociedade civil representa bem a teoria do livre mercado neste caso, isto significa que haverá excessos, mas saberá regular suas restrições e liberdades até o fim da pandemia. “Eu acho” que estamos tendo várias ondas de Covid (em alguns países já são 3), justamente porque as pessoas exercem este papel, quando percebem uma situação difícill, voltam a se recolher, quando se sentem seguras, saem, e assim passará a humanidade pela Covid. As autoridades representam o papel mais cômico nessa história, sua única função é representar uma figura autoritária e alienígena às pessoas comuns, causando encontros inusitados, como o de um comerciante e de um delegado de polícia. Nada ajudam só atrapalham.
E também que a ciência atual provou a ela mesma que não esta preparada para uma pandemia, as contradições são gritantes e ainda continuam sem se intenderem.