obrigado @fabio_barbosa, explicação super-detalhada de cada opção.
Mas as estratégias do tipo “preço não importa” não investiriam em Cogna…
Já que estamos “Chorando as pitangas”, estou com um prejuízo de 35% na cogna.
Estou seriamente pensando em realizar esse prejuízo.
Qual o conselho ? Representa 4% da minha carteira.
Bom, eu não gosto do negócio educacional desde que a torneira do FIES secou e agora com a questão se o EAD vinga ou não menos ainda. Para mim num mundo EAD quem vai mandar sera o Mr. Google ou Mr. Facebook, afinal eles que tem todos os dados dos futuros universitários.
Com relação ao timing, estamos reabrindo aos poucos as escolas, provavelmente em alguns meses o papel sobe, só não sei exatamente quando nem quanto. Então se você vai vender ou não é uma questão de alternativa melhor, tem algo que possa comprar nesse momento com upside rápido ou maior?
Ainda acredita na empresa? Ainda acredita no setor?
Prever futuro ninguém consegue, em alguns casos eu realizo parte e aporto em outro ativo cuja expectativa de valorização no cp é maior, na sequência (meses depois) volto a aportar naquela empresa que está pra trás no portfólio.
Estou em SEER3…sheet happens…
Vendo aqui no gráfico que estamos num suporte já testado 4 vezes…
No meu caso, vou esperar, se cair mais de 4% nos próximos dias, fortaleço o embarque em outro setor.
nota: houve o mesmo gap de volume que noutro setor.
Estou pensando em vender e reduzir meu preço médio de sapr11 que está com 15% de prejuízo.
Infelizmente não acredito. Acabei comprando por que achei que estava barato e errei.
Mas nesse caso vai realizar no prejuízo e mudar tudo ?
Se eu fosse obrigado a apostar se COGN3 sobe ou desce em 2021 eu apostaria que sobe… Contudo eu diria o mesmo no início do ano e estaria perdendo até agora…
Não é possível esta administração fazer ainda mais besteiras a ponto da ação cair ainda mais! A empresa está a quase 20 centavos da mínima do ano de 2020 em meio ao desespero irracional da pandemia… Se eu tivesse comprado nela com PM acima de 6 reais eu esperaria a vida voltar ao normal e tentaria vender no 0x0 pelo menos. Se eu tivesse “só” com 10-20% de perda eu venderia e compraria outra empresa que se beneficiasse também da volta à normalidade como alguma varejista mais focada ao presencial como GUAR3 e LREN3 ou até algum Shopping…
Finalmente, consegui vender um pouco de CGRA na minha vida, ainda guardei um pouco da posição mas é possível que acabe loteando o resto com o meu centrão. Fato é que não espero que a cotação descole muito do VPA e acho que a empresa pode acabar tendo que enfrentar um período mais longo de escassez, com os dividendos já provisionados e o bom resultado de BRFS, não vi sentido em ficar. Na opinião de vocês, o que fazer com o restante da posição em CGRA? All in BRF?
| Ativo | % |
|---|---|
| Ouro | 26,1% |
| Renda Fixa | 3,1% |
| Hedge cambial | -1,7% |
| BRF | 11,7% |
| Irani | 10,4% |
| Pardini | 9,8% |
| Hypera | 9,6% |
| Bradesco | 8,6% |
| BB Seguridade | 8,2% |
| Porto Seguro | 7,9% |
| Banrisul | 3,4% |
| Grazziotin | 3,1% |
@sr_fouquet, como vê TUPY3? Obrigado!
O setor de varejo ainda vai sofrer, iria de ALL in em BRF.
Pela composição do seu portfolio vejo mais sentido em Hypera.
Boa carteira…eu aportaria em papeis que estejam mais pra trás, Pssa está num excelente ponto
Obrigado todos pelas boas sugestões, é por isso que não gosto de mexer na carteira, todas as idéias me pareceram válidas e esse é o problema
@ccvalerio, poderia só me explicar a questão da composição, o que você vê que justifica HYPE?
@tomo, não acompanho TUPY, foi mal.
Pensando em possíveis cenários, bancos / seguros já está bem grande, também vejo mais espaço para perder do que ganhar margem, dependência de taxas de juros que não tenho habilidade para prever para onde vai.
Falando de BRF, talvez eu diversificasse com JBS para ficar mais exposto ao dólar e reduzir a exposição direcional tanto a fatores de produção como consumo dos tipos de carne (baseado no estudo que comecei ontem, a partir da sua publicação do resultado da BRFS, então, posso estar bem errado). Como é um setor complicado, tanto pela competição como por fatores externos e imprevisíveis, limitaria o tamanho.
Hypera, pode ser um viés, mas enxergo pouco para dar errado e algumas opcionalidades para dar certo, principalmente alguma surpresa da área de P&D.
Tem o vento positivo da questão da saúde (envelhecimento), margens, demanda e balanço que dá para passar por cenários bem adversos. Hypera a Pardini por ver melhor risco x retorno, pela área de atuação mesmo. Laboratório, no geral, depende mais de uma Agilent, GE, etc lançar um equipamento para permitir um diagnóstico totalmente novo (e ainda assim outros laboratórios podem ter acesso) do que um laboratório com um novo medicamento ou nova formulação.
Bons pontos, devo focar em PARD e HYPE e distribuir o restante mais igualitariamente. Quanto a JBS, eu gosto bastante da empresa, eu tinha chegado nela antes da BRF mas não comprei. É uma empresa que tem muito potencial, mas vai depender da estrutura societária para destravar valor. O ideal é que abrissem capital em outro país e mudassem a sede daqui. Isso já foi cogitado inclusive. Na apresentação de hoje da BRF tinha algumas coisas interessantes sobre consumo de proteína animal no mundo, vale a pena dar uma olhada.
Uma grande vantagem de BRF sobre JBS é, também, o Pedro Parente.
Vou ver sim, nesse primeiro momento só deu tempo de ler um pouco sobre o setor como um todo, onde produzem, para onde vendem e o histórico de “tretas”.
Faria o aporte dessa reserva em varejo ou construção civil. Pretende ter essa participação elevada em ouro até quanto? Confesso que tive inveja, estou sem caixa e com pouca exposição em fiis/etfs pra poder comprar mais ações em caso de maior queda.
Eu acho muito arriscado aumentar ainda mais a exposição à BRF.
Eu gosto muito da empresa mas eu realmente acho que ela será prejudicada pelo alta constante dos grãos (especialmente do milho). Se estivermos realmente num novo ciclo de commodities pode ser bem desafiador o cenário para a empresa. Pior que nem é aconselhável se expor ao setor agrícola agora (pra balancear o risco), já que as principais opções parecem bem precificadas…
3 Opções:
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Eu imaginava que o dólar ia cair, o que permitiria manter a SELIC neste patamar por mais tempo; mas diante do cenário político atual a tendência de CP é a subida do dólar, o que deve pressionar a inflação e levar à subida da SELIC. Portanto, agora ficaria de fora também das construtoras, apesar de 2020 ter sido bem favorável para elas… Sendo assim, eu acredito que devem surgir oportunidades neste setor, eu estou de olho em Tenda (já vi você comentando dela), Helbor, Trisul, Moura Dubeux, Eztec, MRV e JHSF (nesta ordem de prioridade atualmente). Acho que devem surgir oportunidades de multiplicar o capital se a SELIC começar a subir bem…
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Você está zerado em Energia e em Saneamento, talvez valha a pena esta diversificação nestes setores, não acha?
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E a LOGG3 que você estudou, não gostou dela?
Minha estratégia atual está sendo diversificar, com aportes mensais em empresas que eu julgo estarem mais descontadas no momento do aporte…
@cofre, na verdade, considero já estar no mínimo em relação a caixa, 3% em renda fixa é só o dinheiro da passagem e a reserva em ouro é de longo prazo, não devo vender tão cedo, as últimas vendas foram durante mar-20, agora pretendo só diluir essa posição com aportes em alguns anos. Tanto que estou vendendo CGRA para aportar. Como já estou saindo do varejo, não faria sentido entrar em empresa similar.
Aí já fazendo a ponte com o que o @fabio_barbosa disse, construção civil é um setor para “kit Brasil”, li esse termo em outro tópico e gostei. Depende de juros estruturais baixos para se desenvolver. Eu sempre sou muito otimista com o governo para falar a verdade, mas não ponho muito meu dinheiro nisso. Se Ez Tec ou Tenda caíssem muito, talvez valesse analisar.
Saneamento, não tenho porque não gosto, tem 3 estatais e um IPO recente listados, demanda por investimentos sempre muito grande, retorno regulado. É um monopólio natural etc, mas gosto de mais leveza nas empresas.
Energia, sim, pode ser interessante, ainda não completaram 10 anos do trauma de 2012, mas estou tomando coragem no setor. Como seria muito foco em dividendos, estou deixando mais para o futuro, quando meus aportes começarem a ser relativamente menores.
LOG eu vi e gostei muito, mas não para casar. O modelo de negócio dela é muito bom e defensivo, mesmo estando exposto a juros, pois dificilmente ela irá construir no mesmo cap rate que revende eventualmente os imóveis. Mas vai precisar de muita alavancagem e de boa gestão para executar seus planos no limite do possível. Acho que tem empresas mais fáceis para administrar (em termos de engenharia financeira), por isso não casei.
