Fundos Imobiliários

Eu li o tal do relatório no HABT11 sobre os CRI da GPK. Hoje DEVA tem:
GPK A 4,6%
GVI SR 4,5%
GPK B 3,3%
GVI SUB 1,9%
“(iii) o empreendimento Buona Vitta é de propriedade do grupo Gramado Parks (GPK), que tem se alavancado além do limite que a gestora considera financeiramente saudável – além das operações de CRIs em cada empreendimento,identificamos no mercado CRIs com risco “corporativo” do grupo, que têm como garantia o excedente das demais operações de CRI e os recebíveis dos parques de diversão do grupo.”
Me pareceu mais uma dor de corno…
Estar abaixo da razão PMT não implica necessariamente em usar o Fundo de Reserva, outra possibilidade é a incorporadora completar o PMT, já que em outras ocasiões ela também levou excedentes desse PMT.

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Bom dia, pessoal.

Gostaria de saber oq vocês acham do RZTR11. Tenho acompanhando as movimentações recentes e o fundo para estar alocando bem os recursos da última emissão. P/VP está próximo de 1, DY interessante, fundo ainda com espaço para crescer. Só achei as taxas um pouco elevadas.

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Concordo, mas tem que acompanhar pra ver como se comporta.
No ciclo passado de crise tomei um preju razoável no não saudoso XPGA11. Gato picado por cobra tem medo de linguiça.

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Conforme já mencionei algumas vezes: eu não tô nem aí pra taxas desde que o fundo cumpra o que promete e eu ache válido entrar. :wink:

Segue um exemplo bem clássico e conhecido do porque o resultado é o que importa:

Eu acho um absurdo, não compro.

Não vejo como um fundo de HY pode cobrar taxa de performance em cima do CDI, se for pra fazer doação de dinheiro pros outros prefiro fazer eu mesmo.

Gosto de fundos alinhados com o cotista, um exemplo que tenho seria o antigo NCHB (agora EQIN) que cobra taxa de performance em cima do que exceder IPCA+IMAB5.

Eu gosto de fundo que bate o nível de risco que se propõe a correr. Mas no mercado praticamente nenhum fundo tem performance sobre o que exceder um spread do benchmark. Se não me engano só o OUJP tem performance sobre o que exceder 0.5%+IMA-B.

Sempre digo que as taxas adm de 1% ou mais corroem praticamente todo o prêmio de risco com o crédito privado. No final a vantagem se traduz basicamente à isenção de IR no rendimento.

FII ta parecendo irmão mais novo que apanha do irmão e quando os pais descobrem apanha junto com o irmão que bateu

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Eu estou montando minha carteira em renda variável, lentamente.
No momento tenho 5 FIIs.
Dois são, nominalmente, Hibridos: MXRF11 e TORD11.
Sei que o TORD11 tem uns 35% de papel dentro dele.
O MXRF11 acho que um pouco mais, não lembro bem agora.
Então, diria que tenho algo em torno de 20% da carteira de FIIs em papel.

Também gostaria de saber se alguém do fórum já analisou ou investe no RZTR11.

eu já olhei um pouco. O grosso da estratégia é comprar terras com desconto de em torno de 50% e dar opções de compra pro vendedor todo ano com um prêmio. Esse prêmio somado com o valor do arrendamento é que dá o yield total do fundo (não lembro o valor exato, mas lembro que não achei tão alto).

A parte boa é que como a terra é teoricamente comprada com um bom desconto, e o arrendamento é pago antecipadamente, diminui o risco de inadimplência. A parte ruim é que se as commodities agrícolas dispararem e levarem o preço da terra com elas, você não ganha nada nessa parte do fundo.

O maior risco que vejo são uma queda grande nas commodities fazerem com que o vendedor não queira fazer a recompra, e o fato de eu, pelo menos por enquanto, não entender muito de Agro e fazenda. Ou seja, teria que confiar cegamente no gestor, ou criar vergonha na cara e estudar.

A partir da segunda emissão eles dedicaram uma pequena parte a comprar terras sem opção de revenda, pra ficar exposto a valorização, mas é um percentual pequeno ainda. Acho que até já revenderam a terra com uma tir bem alta. Lembro de ter visto eles falando que não deviam passar de 5 a 10% do fundo nessa estratégia, porque só o arrendamento da um yield bem pequeno (4 a 6%), o que os cotistas talvez não fossem gostar.

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O TRXF11 hoje fechou abaixo do valor da emissão que está em curso + 1 mês de rendimento.
Ou de outra forma: o preço médio de hoje está muito próximo do valor na emissão.

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Tá difícil fazer emissão, só mesmo os fundos negociados com um bom ágio que estão conseguindo levá-las adiante. Até o HGCR vinha brigando para fazer mais uma e acho que não está dando certo.

O mercado vai ter que ajustar os custos de emissão na marra ou essa teta vai secar.

Vendo o lado bom, menos emissões significam tendência das cotas se apreciarem no secundário.

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os caras fazem de um jeito que o próprio mercado inviabiliza, fazem a subscrição quase no valor da cotação e o mercado vem e acaba com a graça. Estou encarando a subscrição como uma opção de compra na qual vou decidir no último dia se exerço ou não.
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Já já vai começar a farra de emissões dos Fiagros. Vai levar parte do dinheiro pra lá

Jovens…

Hoje resolvi dar uma olhadinha em TRXF11 e até que me animei com o rumo que está tomando.
Estou querendo adicionar um “par” para o HGRU11 e me parece interessante.

Para aqueles que acompanham mais de perto:

  • Foram superados os problemas do passado?
  • Dá pra confiar na gestão atualmente?
  • Opiniões no geral…

:wink:

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Que problemas do passado se refere?

Não teve umas tretas na época que o BTLG11 era parte do portfólio e talz… ???
Eu nunca acompanhei de perto, só lembro que toda vez que via alguma menção ao fundo era falando mal.

Acho que vc está falando do outro fundo da mesma gestão, que pisou na bola. Não lembro o nome do fundo.

Hmmm… pode ser.

Tava pensando em “colocar o pé dentro” agora que a cota deu uma caída com a nova emissão.

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Também tenho a mesma curiosidade em saber dos membros que investem em TXRF já há algum tempo.
No geral, a gestão tem sido satisfatória?
Emissões visam os interesses dos cotistas?
As taxas cobradas são condizentes com o resultado entregue?

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