IRBR3 - IRB Brasil resseguros

https://ri.irbre.com/ptb/1266/IRB%20-%20Comunicado%20Carta%20Investidor.pdf

Li uma versão que citava o nome da Squadra Investimentos, ao invés de “emitida por investidor com posição vendida nas ações da Companhia”.

Não sei se eles alteraram o arquivo, ou alguém me mandou modificado.

http://www.squadrainvestimentos.com/pdf/carta-2019.pdf

Companhia já soltou nota:

“A Companhia informa ainda que está avaliando com seus assessores legais, as medidas cabíveis a serem tomadas neste cenário, onde o emissor da carta tem interesse econômico diametralmente conflitante com os interesses da Companhia.”

Estou lendo a carta da Squadra. A impressão que tenho é que a Squadra parte da premissa de que só ela, no mercado todo, é capaz de precificar direito o ativo pois ninguém mais saberia a diferença entre lucro recorrente e lucro não recorrente…

Enfim, eu dobrei posição.

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@neilson poderia ver os gráfico e comentar por gentileza.

comprei um pouquinho … não tive coragem de dobrar posição kkkkk, ainda

“Argumentam que lucro normalizado/recorrente do IRB eh muito menor do que o contábil, e que por essa razão, o valor justo do IRB eh muito menor do que o seu atual valor de mercado.

Segundo a Squadra, essa diferença entre lucro normalizado e contábil só vem aumentando desde o IPO, tendo atingido seu ponto máximo nos 9M19. LAIR contábil foi de R$1.39bn nesse período, mas ao se ajustar eventos não recorrentes, a gestora chega a um Prejuízo antes de imposto de R$112mn, ou seja, uma diferença de R$1.5bn.“

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Dando aquela coceira para comprar, mas a princípio tô de olho em bbse3

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Alguém me corrige, mas marcação a mercado dos títulos é uma prática contábil correta, que só não faria sentido caso a empresa pretendesse ficar com os títulos até o vencimento (o que não sei se é o caso).

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É um tema polêmico. A princípio seria isso mesmo, mas dependem de muitas variáveis. Por exemplo, na época de euforia com Inep um dos ptos que eu chamava a atenção negativamente era para a marcação de seus títulos, que eram podres e não tinham mercado, mas eram marcados a valores absurdos.
Não faço ideia do valor dos títulos aqui em Irbr, não estudei o balanço. Mas é um pto que realmente exige cuidado ao investir, pois muitos títulos não possuem um mercado de negociação para eles, então podem acabar valendo qualquer coisa.

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Se alguém tiver paciência de ler, esse aqui é mais completo:

http://www.squadrainvestimentos.com/pdf/relatorio-2019.pdf

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A maior parte da bronca é devido a isso:
Reconhecimento de Expectativa de Salvados e Ressarcidos da PSL (R$ 605 milhões). Dados
disponibilizados pela SUSEP mostram que, a partir de 2019, o IRB passou a constituir gradativamente essa expectativa, que é contabilizada como um redutor do saldo de Provisão de Sinistros a Liquidar (PSL). Segundo a regulação, trata-se de uma estimativa, atuarial, de recebimentos de compensações futuras por sinistros que ainda não foram pagos pelo IRB. Seu reconhecimento gerou relevantes ganhos one-off nos resultados de 2019. Para comparação, 14 das 15 demais resseguradoras locais não reconhecem esse ajuste redutor de provisões e a única que o faz, contabiliza um montante equivalente a 2% de sua PSL retida10. No IRB, essa estimativa atuarial de recebimentos futuros atingiu expressivos
30% da Provisão de Sinistros a Liquidar.”

Em comparação com as demais resseguradoras existe alguma vantagem competitiva da IRBR para fazer o que faz e da forma como faz?

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Acredito que esse case seja muito interessante para aprender mais sobre o mercado de seguros.

A Irb, de 12 seguimentos que atua é líder em 9, o know how deles e inigualável. Market Share de 55% no setor de resseguro, atua em diversos países…sigo tranquilo. Para 2020 a perspectiva é de escala no setor de agronegócio, óleo, gas e tecnologia.

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Do jeito q está subindo. Se brincar, hoje mesmo volta nos 44

Li rapidamente o relatório da Squadra e gostaria de reler antes de falar qualquer coisa, mas isso confirma alguns palpites que a gente discutiu aqui no fórum sem elaborar muito:

  • Mudança radical na performance pré e pós IPO.
  • Maquiagem de balanços para a venda do BB.
  • Risco de crescimento acelerado no exterior.

“Empresas financeiras são contabilidade pura”, disse um dos convidados do podcast da Infomoney sobre bancos. Concordo com ele. E a sinistralidade de 21% que colocaram no estudo, se isso bater, é um conto de fadas.

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A pergunta que faço eh q se desde o IPO a IRBR está maquiando as contas e tal fundo sabe disso, pq eh q ele só divulgou isso agora e liquidou posição grande de uma só vez só agora ? Seria mais lucrativo pra ela ficar caladinho e ir liquidando aos poucos do que fazer isso ou sair muito antes.

…e tb só ela percebeu isso…o mercado todo não percebeu isso ?!

Foi uma info nova divulgada pela susep agora que fechou os pontos

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Com todo o respeito… Falavam assim da CIEL3… :sweat:

Essa coisa de fraude contábil é complexa, muitos escritórios grandes de auditoria afundaram por conluio em casos assim, não seria inédito. Se não houvesse um claro interesse do acusador em ver o circo pegar fogo, eu provavelmente sairia do papel temporariamente só por segurança mesmo. Mas acho que tá tudo meio incerto

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