ALLD3 - Allied Tecnologia

Tópico criado para postagem de discussões e informações sobre a Allied Tecnologia.

Site da empresa: http://www.alliedbrasil.com.br/
RI: https://ri.alliedbrasil.com.br/

A Allied é uma das principais empresas no mercado brasileiro de eletrônicos de consumo e vende 1 em cada 11 aparelhos adquiridos no Brasil. Com atuação através de 3 canais de vendas - varejo físico, varejo digital e distribuição (maior parte da Receita Líquida) – a Allied comercializa um portfólio completo de produtos eletrônicos de consumo, representando muitas das principais marcas que atuam no Brasil, como Apple, LG, HP, Samsung, Motorola, Microsoft, entre outras. Atua principalmente com a marca Samsung (cerca de 40% desta marca no Brasil) em vários estados do Brasil:

Em 2020 cerca de 15% da Receita Líquida foi oriunda do canal digital, chegando a quase 18% no 4T20:

O início das negociações das ações da Allied ocorreu em 12/04/2021, sendo precificada em R$ 18,00 através de Oferta Restrita. Na sua estreia as ações chegaram a subir quase 7% na máxima de R$ 19,23, mas fecharam na mínima do dia com queda de 4,56% na cotação de R$ 17,18.

Na minha opinião os múltiplos estão muito baratos (EV/EBITDA de 4,51!):

Empresa ALLD3
Cotação atual R$ 17,18
Preço alvo pelo PSBe está em R$ 70,66; com potencial de valorização de 311,31%.
Pelo FCD, utilizando uma taxa de crescimento média de 15% ao ano, para os próximos 5 anos, com 8% de taxa de desconto, chegamos a um valor de R$ 63,52 (potencial de valorização de 269,75%).
Na cotação atual, e considerando uma perpetuidade de 0, o mercado está precificando pelo
FCD um “crescimento” anual médio de -6% p/ os próximos 5 anos.

P/L P/VP ROE Margem Líquida PSR
9,27 1,21 13,07% 3,55% 0,33

A empresa teve muita dificuldade de efetivar a IPO e teve que reduzir a oferta secundária de 5 milhões de ações para 476.204 ações; assim, 95% da oferta foi primária. Deste modo, menos de 12% das ações da empresa estão em circulação. É importante ressaltar que com o fim do período de lock-up de 180 dias dos acionistas da companhia as ações dos minoritários passarão a ser consideradas no free float conforme expliquei aqui. Os antigos controladores da Allied não fazem mais parte da diretoria e nem da administração da empresa, a qual é controlada pela Advent através de 2 fundos da Brasil Investimento.

Destinação dos recursos: 10% para investimentos em sistemas e plataformas de tecnologia; 77% para aquisições; e 13% para financiamento da carteira de serviços financeiros.

Empresa com dívida bruta de 464,4 mi e se trata basicamente de 2 debêntures (79 mi à 116% do CDI, e 344 mi à CDI+1,6%) com covenants onde a Dívida Líquida/EBITDA tem que ficar abaixo de 2,5; já o caixa da empresa encerrou 2020 com saldo de 382,3 mi e, portanto, a dívida líquida está em 82,1 mi que é bastante confortável pois a Dívida Líquida/EBITDA ficou em apenas 0,25x!

Como já citado acima, somente 12% das ações (10,4 milhões, ou seja, cerca de 180 milhões de reais na atual cotação) da empresa estão em circulação. Valor de mercado atual de 1,5 bi de reais.

O que me chamou atenção na empresa:

  • Potencial de Retorno: Apenas 10,4 milhões de ações no mercado, que é muito pouco dado o tamanho e faturamento (4,7 bi de Receita Líquida) da empresa. Existem ainda 1,047 mi de ações suplementares disponíveis para o “Agente Estabilizador” (Itaú), o qual pode optar por exercer sua opção em até 30 dias, neste caso teríamos 11,5 mi de ações no mercado (12,72% do total) equivalente a 198 mi de reais. Assim, quando o mercado perceber os baixos múltiplos vai faltar liquidez para quem quiser abrir posição;
  • Crescimento: entre 2017 e 2020 a empresa teve os seguintes crescimentos: Receita Líquida de 2,582 mi para 4,722 mi; o EBITDA saiu de 95,192 mi para 328,8 mi; e o Lucro Líquido de 18,897 mi para 167,645 mi;
  • Operação: Olhando os últimos resultados, percebe-se que a empresa está relativamente bem operacionalmente e tem apresentado crescimento no canal digital, que é o que o mercado exige! Em 2020 teve início o programa iPhone para Sempre, que é uma parceria entre Itaú, Apple e Allied. Além disto, a empresa está fazendo investimento em duas operações que tendem a criar muito valor:

*Soudi:

*Marca MobCom + vendas de lojas próprias de marcas parceiras, como a loja oficial Apple no marketplace da Magalu!

  • Qualidade: NPS de 77,4; que é muito bom. ReclameAqui com nota 8,3; sendo que respondeu 100% das reclamações, com índice de solução de 92%;
  • Investimento na área de Tecnologia e Serviços Financeiros: 23% dos recursos recebidos serão usados para investimento em tecnologia e na área de serviços financeiros. Com a pandemia a empresa teve que se reinventar e teve grande crescimento de vendas através do canal digital, por outro lado a área de distribuição parece ter sido favorecida e apresentou alto crescimento. As iniciativas mais voltadas à tecnologia começaram a maturar a partir do 3T20 e podem gerar bastante valor no médio prazo.

Maiores riscos e pontos negativos: baixa margem líquida por atuar mais forte na área de distribuição; este ativo pode ter baixa liquidez, já que teria um free float atual de cerca de 180 milhões de reais (tendendo a negociar cerca de 2 milhões de reais por dia); os acionistas fundadores tiveram envolvimento com corrupção (operação Descarte da PF), o que pode não mais afetar a empresa financeiramente mas pode afetar sua imagem; o maior risco aparenta ser o fato de que o modelo de atuação depende de contratos de parceria, fornecimento e distribuição com grandes marcas, assim os fornecedores, varejistas para os quais distribuem os produtos e as marcas parceiras podem decidir deixar de contratar com a Allied (apesar de eu não ver porque optariam em fazer isto!).

Minha estratégia foi entrar com 50% do que quero me expor nela, separando mais 2 aportes de 25% cada para serem feitos a depender da evolução da empresa ou caso a cotação caia ainda mais.

Alguns posts que falei dela: IPO - novos registros de companhias abertas na CVM e IPO - novos registros de companhias abertas na CVM

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a empresa não me parece ruim, mas o IPO foi um fracasso

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Foi sim!

É difícil de entender esta vontade da Allied de aceitar esta precificação, já que a empresa nem precisava tanto destes recursos. Ela poderia contrair dívida para fazer as aquisições que pretende, já que está com endividamento bastante controlado. Eu até tenho uma teoria, mas o principal motivo lógico seria usar os recursos para comprar empresas com muito desconto por causa da pandemia.

Recebi resposta do RI sobre o free float e meu entendimento está realmente correto, ou seja, o free float supera os 25% e atualmente está em 34%.

Por fim, o contrato com a Samsung foi renovado em 2018 e tem vigência de 5 anos. É uma parceria bastante estabelecida e com vantagens para as 2 empresas, assim a tendência é ser renovado em 2023.

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O RI informa que tem parceria com uma série de marcas, mas não consegui achar absolutamente nenhum contrato no site. Alguém tem alguma ideia de se essas informações estão disponíveis? Eu cheguei a enviar um email ao RI, mas ainda não fui respondido. No prospecto fala que o contrato com a Samsung foi renovado em 2018. Alguém sabe qual o prazo?
Os múltiplos parecem irreais.

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Pois é… perdi um bom tempo procurando a “pegadinha” e não achei! Na dúvida, já iniciei posição e hoje é uma das minhas primeiras da fila para aumento de posição.

O RI me respondeu e disse que o contrato com a Samsung tem prazo de 5 anos.

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Opa, obrigado!
Vence em 2023 então. Eu vou acabar comprando um pouco também

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Obrigado por compartilhar!

Apesar disso, pouca informação nova. O mais útil, pra mim, foram vislumbres de eventos passados. Acho que ninguém compra Allied como tecnologia.

É parte do Varejo e, em geral, é um setor que eu não gosto.

A esses preços, no entanto, vale o risco, na minha opinião.

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Na boa, eu juro que ri nesta parte da análise:

OBS: botei meus destaques em negrito…

"…
Com os dados divulgados de 2017 a 2020, a receita líquida da Allied cresceu, em média, bons :rofl: +17 por cento ao ano.

Os itens de home office dispararam durante a pandemia, e Allied surfou o forte movimento, que trouxe o crescimento de +29 por cento na receita líquida.

Cerca de 83 por cento de seus custos são custo do produto e frete.

Com isso, sobra muito pouco para o bolso da Allied :thinking:. Mesmo assim, a companhia conseguiu diluir melhor suas despesas (pessoas) e elevar seu Ebitda em +48 por cento em 2020. (só faltou escrever que elevou “só” em 48% o EBITDA, e olha que sobra muito pouco… :rofl:)

Com um nível de endividamento baixo, crescimento de receita e Ebitda, vemos o lucro líquido da companhia crescendo +67 por cento em 2020. (pra isto ela nem teve justificativa… :rofl:)


…"

Fica parecendo que ela pensou uma historinha ao estudar o negócio da empresa, ai ela foi desenvolvendo o texto e no fim foi analisar os resultados. Só que os resultados não batiam com a história contada por ela e mesmo assim resolveu “upar” a matéria por preguiça de refazer.

Pontos convergentes da análise:

1 - Óbvio que não é uma empresa de tecnologia (apesar de ter algumas iniciativas na área como a Soudi e a MobCom). Afinal 75% é distribuição e este é o cerne da operação;

2 - Margens baixas, afinal 75% é distribuição.

Pontos divergentes:

1 - Comparação de leão e hiena. Engraçado que os leões tem margens ainda mais baixas que a Allied… Mas o principal é que não existe esta relação de leão come hiena que come os pequenos. A verdade é que as grandes empresas precisam menos da Allied do que os pequenos, afinal é custoso e não gera tanto retorno fazer a operação dela, então para os pequenos é fundamental esta atividade e para os grandes só é útil;

2 - A empresa não cresceu por causa da pandemia, muito pelo contrário. Nos próprios gráficos da matéria é possível perceber que ela já vem crescendo de maneira muito agressiva desde 2017. Pior ainda é imaginar uma mudança de cenário para eletroeletrônicos. Trata-se de produtos que se tornam a cada dia mais indispensáveis e que tendem a continuar crescendo. Não há nada de tecnológico em vender/distribuir “produtos de tecnologia”, mas as vendas destes produtos tendem a continuar crescendo por alguns anos.

3 - Ela parece que não entende que toda operação tem um tamanho a partir do qual os custos fixos são diluídos e a empresa começa a lucrar (break even), foi justamente o que ocorreu em 2017… a partir disto o crescimento da receita líquida gera um crescimento muito maior percentualmente do lucro líquido.

4 - Que tal falar do P/L de 10; do P/VP de 1,4; do PSR de 0,36; do ROE de 13% e do EV/EBITDA de 5? Ou será que preço não importa? :rofl: É claro que não é a melhor empresa da bolsa, mas neste nível de preço eu acho que é uma opção excelente.

Texto com informação errada:

“…Cerca de 75 por cento da receita da companhia vêm da distribuição de produtos, 15 por cento das vendas no varejo físico e 10 por cento no varejo digital. …” (na imagem abaixo é possível perceber que ela inverteu as percentagens do físico com o digital em 2020)

image

Outro fator negativo (e que não foi falado) tem sido o volume negociado inferior a 1 milhão por dia…

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Antes de mais nada, parabéns pela paciência e obrigado por compartilhar seu posicionamento de modo tão claro.

Eu acho que você foi na mosca quando falou que ela primeiro construiu a narrativa e foi tentando encaixar o que ela acha na historinha. O mercado de smartphones não demonstra nenhuma tendência de queda, pelo contrário. Atribuir maior vendas de smartphones à home office beira ao inacreditável.
Por outro lado, vou dar uma de advogado do diabo e compartilhar uma informação (opinião) que ajuda o case dela. É fonte anedótica e eu não tenho como comprovar que isso se aplica ao Brasil todo, mas eu tenho amigos do varejo de cidades do interior que me falaram que nunca venderam tanto celular quanto na pandemia, mas o motivo é o seguinte: auxílio emergencial.
Smartphones não são apenas ferramentas importantes, mas são objetos de desejo em TODAS AS CLASSES SOCIAIS. Se o pobre pega auxílio emergencial e compra celular, o que você vai imaginar que vai acontecer se a taxa de desemprego cai, a economia se aquece um pouco? Ele troca de celular.

Como eu falei, eu não gosto muito de varejo, conheço a realidade de margens apertadas. Mas é assim que o Varejo trabalha. Fazer uma análise do negócio, por mais séria e bem intencionada que possa ser, sem levar em consideração o PREÇO é ridículo.

Allied não é o melhor negócio do mundo. Mas não se ganha dinheiro apenas com bons negócios. Olha o psr disso.

Bom, ela quer se juntar com os leões. Direito dela. Eu estarei rindo com as hienas.

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Olha, eu não sei se dá pra afirmar que a analista tentou encaixar uma história ignorando os resultados, talvez ela apenas esteja considerando o risco/retorno e dando um peso grande às partes ruins do histórico da empresa, números bons agora não significa garantia de números bons no futuro. Se eu tivesse recursos para investir agora, não teria interesse em investir nela de qualquer forma, porque distribuição/varejo ainda mais no momento atual do Brasil é complicado (varejo já é complicado em qualquer tempo, quem dirá agora). Porém mesmo que quisesse investir, teria cuidado em por dinheiro numa empresa como essa que já teve vários rolos no passado inclusive de investidor saindo. Outra questão que acende o alerta é terem aceitado IPO de qualquer jeito, se o negócio fosse tão bom precisaria? Parece que pelos múltiplos/precificação e resultado do IPO o resto do mercado concorda que talvez não seja um negócio tão bom assim.

Porém nada impede da ação subir ou cair bem de forma especulativa, parece que o float e liquidez não ajudam. Então acho que é bom cautela, se for pra arriscar que seja com uma % adequada (e pequena) pelo risco.

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Se você reler seu post, verá que seus argumentos fazem muito mais sentido do que os daquela “análise profissional”.

Minha crítica foi a esta análise da Nord e não a você… pra ficar bem claro isto!

A análise dela se baseia em 2 fatores: 1 - tecnologia só no nome; 2 - leão come hiena que come pequenos. Primeiro, neste momento, também não sei porque Allied Tecnologia… :rofl: Segundo, como expliquei no post anterior, esta comparação não faz sentido.

Já o que você falou faz sentido sim e, inclusive, eu tanto concordo que quase tudo que você escreveu eu já tinha colocado no primeiro post como “Maiores riscos e pontos negativos”.

O que mais concordo com você é que, na minha opinião, não se deve alocar um percentual alto de capital em nenhum ativo. Na minha carteira ela é 5%, mas devo aumentar posição até uns 10% nos próximos meses a depender do Preço e do Lucro (leia-se dos próximos resultados), porque eu considero isto importante. O maior risco que já corri até hoje foi botar quase 10% do meu capital na IPO da CASH3 e com lock-up, fui exercido completamente e ela passou quase um mês abaixo do preço da IPO até começar a subir sem parar; então, com a subida de 300%, ela chegou a ser 25% da minha carteira (mesmo fazendo aportes novos só em outras empresas), por isto resolvi reduzir um pouco pra poder balancear melhor. Então, se eu não deixo 25% numa empresa decorrente de valorização do ativo, imagina investir de início um percentual tão alto.

Provavelmente deve haver um motivo (bom ou ruim) para terem aceitado esta IPO de “qualquer jeito” e só no futuro saberemos ao certo o porquê isto. De toda forma, me sinto muito mais seguro sabendo que o mercado tem somente 15% das ações e o fundo controlador tem 67% (os fundadores tem cerca de 18%); assim eu imagino que este fundo tem muito interesse na evolução da empresa!

Atualizando após o resultado do 1T21:

Empresa ALLD3
Cotação atual R$ 18,30
Preço alvo pelo PSBe está em R$ 75,13; com potencial de valorização de 310,53%.
Pelo FCD com 3% de perpetuidade, utilizando uma taxa de crescimento média de 15% ao ano, para os próximos 5 anos, com 8% de taxa de desconto, chegamos a um valor de R$ 77,11 (potencial de valorização de 321,36%).
Na cotação atual, e considerando uma perpetuidade de 0, o mercado está precificando pelo
FCD um “crescimento” anual médio de -9% p/ os próximos 5 anos.

P/L P/VP ROE Margem Líquida PSR
8,13 1,27 15,65% 4,08% 0,33

Segue resultado do 1T21:

Allied 1T21

Resultado bem melhor mesmo com 1T20 tendo imposto diferido aumentando o lucro.

DESTAQUES DO 1T21: CRESCIMENTO COM RENTABILIDADE

  • Receita líquida cresce substancialmente no 1T21 e atinge R$ 1.127,6 milhões, um aumento de 35,1% contra o 1T20;

  • Varejo cresce 85,3% no 1T21 e atinge R$290,3 milhões com margem bruta de 30,4%;

  • Aumento principalmente das vendas no Varejo Digital, com crescimento de 178.3%, enquanto o Varejo Físico cresce 24,0%;

  • Distribuição cresce 23,5% no 1T21 e atinge R$ 837,3 milhões com margem bruta elevada de 11,0%, 1,8 p.p acima do 1T20 Margem bruta total de 16,0% no trimestre, 2,6 pp acima do 1T20;

  • Rentabilidade: EBITDA no 1T21 atinge R$ 88,5 milhões, 153,1% acima do 1T20, com margem de 7,8%;

  • Lucro líquido de R$ 46,4 milhões no trimestre, contra R$ 9,3 milhões no 1T20;

  • Lojas Americanas implanta a plataforma SAV para vendas de serviços das operadoras. Com esta implantação, o SAV passa a prover serviços para mais de 5,2k pontos de venda;

  • Expansão do Varejo Físico: aquisição de 6 pontos de venda de lojas físicas Samsung na região da baixada santista (transferência em abril/21), totalizando 258 pontos de vendas no final do 1T21;

  • R$ 276,6 milhões em caixa e dívida líquida de R$ 171,0 milhões no final do 1T21, ou 0,4x o EBITDA dos últimos 12 meses;

  • Listagem no Novo Mercado da B3 após conclusão da oferta pública com esforços restritos em 08 de abril de 2021 e aumento de capital em R$ 180.000.000,00.

Das ações disponíveis para o agente estabilizador foram exercidas 488620 ações ordinárias de emissão da Companhia, nas mesmas condições e pelo mesmo preço das Ações inicialmente ofertadas (“Ações Suplementares”), em razão do exercício parcial da Opção de Ações Suplementares (conforme definido nos Documentos da Oferta). OBS: eu já fiz os ajustes de acordo com esta emissão…

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kkkkkkkkkkkkkkkk

Tem 2 hienas felizes por aqui…

Após o resultado do 1T21 acabei dobrando posição na ALLD3 porque as outras empresas que pretendia aportar acabaram subindo, ou seja, já é 10% da minha carteira!

Mas ainda tá muito longe do que acredito ser justo, afinal a média da faixa indicativa da Oferta era 23 reais e eu pretendia entrar mesmo nos 23… Vide: IPO - novos registros de companhias abertas na CVM

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Eu, definitivamente, tenho que aprender a concentrar mais, especialmente em situações como essa.

Destinei apenas 3% da carteira pra ALLD. Pelo menos minhas outras smallcaps e ações do setor de construção também estão bem. O núcleo “explosivo” da carteira tá andando.

Só falta beef deslanchar agora.

De todo modo, concordo que ainda tá longe do que eu acredito ser justo. Isso pensando no que a empresa já apresenta HOJE. Eu acho que há um mercado GIGANTESCO pra ela explorar na distribuição da linha branca. Se a ALLD usar a expertise dela pra ganhar esse mercado, pode dobrar as expectativas.

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Você agiu corretamente, fez seu planejamento e investiu na medida do risco que aceitou estar exposto. Muito fácil falar após a cotação disparar ou despencar. Investimento em bolsa é um jogo de longo prazo, em que a sobrevivência no jogo é mais importante que um lucro abrupto de curto prazo.

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Eu não falo especificamente porque disparou ahaha.

É que, racionalmente, eu acredito muito na ideia de que é preferível ter poucas boas empresas a ótimos preços do que muitas a bons preços.

Eu consigo entender que há vantagens na diversificação, mitigação de risco etc. Mas há desvantagens também. Até me tornar um analista de negócios melhor, vou manter a estratégia.

Edit:

Aliás, refletindo agora sobre a minha análise, eu de fato não compraria muito mais ALLD do que isso. Você tem razão. Ela faz parte de um setor que, historicamente, eu não gosto. 3% está ótimo. Embora eu tenha bastante tolerância para deixá-la crescer na carteira.

Obrigado pelas palavras.

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Exato!

Eu acredito muito nela, mas entrei só com 5% e a estratégia inicial era aumentar para 7-8% e depois 10%. Mudei de ideia ao achar o resultado do 1T21 acima do que esperava, além do 2T20 ter vindo fraco, favorecendo a comparação no 2T21.

Fiz a mesma estratégia com INTB3, mas quando ia aumentar posição para 7% da carteira ela disparou. GUAR3 a mesma coisa e FHER3 nem se fala, em ambas coloquei só 4-5% da carteira. O bom de diversificar é que também te “protege” quando as empresas pretendidas disparam, ai fica mais fácil aumentar nas que estão mais atrativas no momento…

Por isto resolvi ir logo para 10% e o troco foi de SAPR3 mesmo!

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