ETFs no Exterior

Assino embaixo.

Com ETFs você trabalha só fatores, temas, tendências, setores, geografias… o picking é infinitamente mais simples que ações avulsas.

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Não não, eu apenas estou querendo levantar a discussão pra ver se não estou saindo caminho da simplicidade que é o ETF.

Em todos meus testes estou com cerca de 2 a 3 ETFs de cada geografia e a carteira está ficando legal. Como pretendo ter uns 30% lá fora fico pensando se vai ficar um percentual pequeno demais pra cada um.

Assim como você, eu quero gastar energia agora pra quando começar a comprar os ativos só focar na aposentadoria rsrs. Gastar tempo agora pra colher depois.

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Mas ninguém aqui está falando que Stock Picking é mais simples, pelo contrário.
Minha questão é não pulverizar demais os percentuais com muitos ativos sei lá.

Alguma opinião sobre essas duas carteiras de ETFs?

  • VOO – 15%
  • RPV – 15%
  • VIOV – 30%
  • VWO – 10%
  • DGS – 10%
  • VEA – 5%
  • EFV – 5%
  • AVDV – 10%

Segunda divisão:

  • VOO – 25%
  • VIOV – 25%
  • VEA – 20%
  • VWO – 20%
  • AVDV – 10%
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Bem parecidas com o que eu quero pra mim: base neutra (VOO, VEA, VWO) + fatores de valor e tamanho.

Eu estava propenso a usar VTI e não VOO, mas pelo que tenho visto é melhor o casamento de VOO com SLYV mesmo.

Sim… realmente tem que tomar cuidado pra não pulverizar. Ainda mais com tanto ativo legal pra comprar. :grin:

Eu escolhi 3 grandes pilares pra minha carteira de Equities lá fora:

  1. Growth (“momentum” do momento… :grin:)
  2. Value (hedge do item 1)
  3. Mercados Emergentes (pra me expor a Ásia)

Para cada pilar escolhi 1 único ETF.

Então, resolvi completar:

  • Com alguns temas específicos que podem me gerar um retorno extra sobre o pilar em si;
  • Preenchendo algumas lacunas de setores específicos que não capturei, e tinha interesse, com os 3 ETFs “macro”.

Por exemplo:

Pra Value dediquei 30% da carteira e estou só com o IJJ.

Analisando o cenário americano, o Biden quer dar um “pump” no setor de infraestrutura. Então, resolvi pegar “emprestado” 5% desses 30% e alocar num ETF desse tema/setor.

No final espero que o 25+5 renda mais que o 30 sozinho.
Se vai dar certo, o tempo dirá…
Se os 5% é pouco pra fazer efeito significativo, o tempo dirá…

:wink:

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Cada geografia você diz EUA, desenvolvidos e emergentes?

Meu ponto é que etfs precisam de menos acompanhamento que ações. Seu problema vai ser só rebalancear e declarar no ir. Assim ter um número maior não vai adicionar muita complexidade. Mas realmente, tem que ver se faz sentido pelo valor alocado em cada.

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A questão a ser levantada é se os etfs mais arriscados irão trazer retorno superior ao índice no longo prazo? Eu vejo que não, pois uma grande parcela das empresas de tecnologia hoje apresentam muitiplos altíssimos e a tendência é com o aumento de juros nos EUA, o capital migrar das empresas de crescimento para o tesouro americano.

Não vale o risco retorno. Acho que o melhor investimento atualmente é em uma carteira US total market com empresas small, mid e large CAPS.

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Boa!

Uma dúvida: porque IJJ com Mid Caps e não Small Caps?

A minha carteira também tenho uma divisão por 3 pilares (EUA, países desenvolvidos e emergentes). E dentro de cada pilar a ideia é dividir entre mercado neutro + Small Caps de valor.

Mas é o que você disse, tem tanta coisa que os olhos brilham a cada estudo. Cada hora eu mudo kk.

Sim, isso mesmo.
A ideia é dividir a carteira em 3 partes: Estados Unidos, países desenvolvidos e emergentes.

É dentro de cada divisão, dividir entre mercado neutro (ex.: VOO, VEA, VWO) e Small Caps de valor.
Obs.: ou quem sabe Large Caps de valor também.

Seria entre 6 a 8/9 ETFs por enquanto. Mas como disse acima, cada hora vejo alguma coisa nova e vou arrumando, mas vocês aqui tem me ajudado muito (uma parte da minha aposentadoria pode agradecer vocês no futuro kk).

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Você diz focar 100% nos EUA e esquecer dos demais países?

Praticamente o mesmo resultado se pegar fundos bem abrangentes.
Então optei pelo risco um pouco menor das Mid Caps.

Você não necessariamente precisa dividir do mesmo jeito em cada um dos 3 pilares.
Por exemplo: Mercados Desenvolvidos, por serem super “monótonos”, eu só investiria em Small Caps, mais nada.

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Em vez de voo, vea e VWO compra o VT… já simplifica.

Fora dos EUA não gostei de nenhum dos Small caps de valor… acabei comprando EFV e VSS, grandes de valor e um blenda de pequenas.

Devo acrescentar MTUM porque tem correlação negativa com valor.

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kkk… fique tranquilo, passei pelo mesmo problema.

E não se sinta culpado se daqui há algum tempo olhar pra carteira e ver que não era bem o que queria e resolver ajustar. É pra lá de normal e, na verdade, a melhor coisa a fazer… revisar constantemente as teses.

:wink:

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Não. Na minha opinião, hoje a melhor exposição ao mercado americano é através de ETF total market como exposição em empresas small, mid e large caps, como por exemplo, o ITOT. Normalmente em ETFs neutros americanos (IVV, VOO) há uma maior exposição a empresas de médio e grande porte em detrimento das small caps. Nos últimos anos, as empresas de mid e large de caps growth de tecnologia apresentaram maior rentabilidade, mas não vejo isso se repetir no médio prazo (2023/2025) com o aumento dos juros americanos. Hoje eu não investiria de nenhum modo em qualquer ETF atrelado a tecnologia, salvo se fosse em uma empresa específica, pois na média as empresas de tecnologia vão performar abaixo do mercado nos próximos anos. O que eu observo é que as pessoas sempre estão na corrida atrás da próxima oportunidade: empresas de tecnologia, bitcoin, uránio, ouro etc, mas quando os juros americanos aumentarem essa farra vai acabar.

Quanto a geografia, o importante é ter exposição nos países emergentes e ex-USA, mas ao meu ver nesses dois grupos não há necessidade da exposição através de fatores de investimento, mas simplesmente a exposição ao mercado.

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Legal cara.

É uma boa ideia essa de apostar somente via small caps nos mercados desenvolvidos. Vou amadurecer e fazer alguns testes. Obrigado!

Sim, o VT simplifica isso, mas acho que prefiro manter separado nesse caso para poder separar melhor os percentuais (até pq no futuro posso mudar algo). Mas pra quem busca simplificação extrema, VT é a chave rsrs.

O AVDV da Avantis (ativo) você achou o que?

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Eu acabei desistindo dessa parte do mundo por achar “comportada” demais e sem perspectiva.

Abaixo as anotações que fiz a respeito (minha preferência estava no SCZ):

FNDC:

  • Retorno muito semelhante, com vantagem atual pro SCZ.
  • Inclui Canadá.
  • SCZ is a market cap weighted index. FNDC is a fundamental index which weights the economic size via cash flow, dividends, and sales to determine allocation, naturally providing a value tilt and potentially a rebalance bonus as it avoids mispriced overvalued stocks which get a larger weight in cap-weighted indices than a mispriced undervalued company.
    De https://www.bogleheads.org/forum/viewtopic.php?t=276079
  • ADM de 0,39% contra 0,40%.
  • DY 12m de 1,70% contra 1,47%
  • 1587 empresas contra 2364

ISCF, mas ainda não tem na Avenue.

image

IDHQ, mas ainda não tem na Avenue. Mais Large/Mid.

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Eu estou evitando fundos ativos. Eles dependem da habilidade de um gestor de continuar escolhendo os melhores ativos… prefiro um filtro simples.

E na verdade, valor tendem a serem empresas com maior risco, passando por dificuldades, e por isso mais baratas.

Então não tenho certeza se por exemplo gostaria de ter empresas pequenas, de paises emergentes, que estejam passando por dificuldades, por exemplo.

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Pensando no mundo das large caps, o que acham de um ETF que foque em qualidade?
Exemplo SPHQ. Rendeu bastante nos ultimos 10 anos