Assino embaixo.
Com ETFs você trabalha só fatores, temas, tendências, setores, geografias… o picking é infinitamente mais simples que ações avulsas.
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Com ETFs você trabalha só fatores, temas, tendências, setores, geografias… o picking é infinitamente mais simples que ações avulsas.
Não não, eu apenas estou querendo levantar a discussão pra ver se não estou saindo caminho da simplicidade que é o ETF.
Em todos meus testes estou com cerca de 2 a 3 ETFs de cada geografia e a carteira está ficando legal. Como pretendo ter uns 30% lá fora fico pensando se vai ficar um percentual pequeno demais pra cada um.
Assim como você, eu quero gastar energia agora pra quando começar a comprar os ativos só focar na aposentadoria rsrs. Gastar tempo agora pra colher depois.
Mas ninguém aqui está falando que Stock Picking é mais simples, pelo contrário.
Minha questão é não pulverizar demais os percentuais com muitos ativos sei lá.
Alguma opinião sobre essas duas carteiras de ETFs?
Segunda divisão:
Bem parecidas com o que eu quero pra mim: base neutra (VOO, VEA, VWO) + fatores de valor e tamanho.
Eu estava propenso a usar VTI e não VOO, mas pelo que tenho visto é melhor o casamento de VOO com SLYV mesmo.
Sim… realmente tem que tomar cuidado pra não pulverizar. Ainda mais com tanto ativo legal pra comprar. 
Eu escolhi 3 grandes pilares pra minha carteira de Equities lá fora:
)Para cada pilar escolhi 1 único ETF.
Então, resolvi completar:
Por exemplo:
Pra Value dediquei 30% da carteira e estou só com o IJJ.
Analisando o cenário americano, o Biden quer dar um “pump” no setor de infraestrutura. Então, resolvi pegar “emprestado” 5% desses 30% e alocar num ETF desse tema/setor.
No final espero que o 25+5 renda mais que o 30 sozinho.
Se vai dar certo, o tempo dirá…
Se os 5% é pouco pra fazer efeito significativo, o tempo dirá…

Cada geografia você diz EUA, desenvolvidos e emergentes?
Meu ponto é que etfs precisam de menos acompanhamento que ações. Seu problema vai ser só rebalancear e declarar no ir. Assim ter um número maior não vai adicionar muita complexidade. Mas realmente, tem que ver se faz sentido pelo valor alocado em cada.
A questão a ser levantada é se os etfs mais arriscados irão trazer retorno superior ao índice no longo prazo? Eu vejo que não, pois uma grande parcela das empresas de tecnologia hoje apresentam muitiplos altíssimos e a tendência é com o aumento de juros nos EUA, o capital migrar das empresas de crescimento para o tesouro americano.
Não vale o risco retorno. Acho que o melhor investimento atualmente é em uma carteira US total market com empresas small, mid e large CAPS.
Boa!
Uma dúvida: porque IJJ com Mid Caps e não Small Caps?
A minha carteira também tenho uma divisão por 3 pilares (EUA, países desenvolvidos e emergentes). E dentro de cada pilar a ideia é dividir entre mercado neutro + Small Caps de valor.
Mas é o que você disse, tem tanta coisa que os olhos brilham a cada estudo. Cada hora eu mudo kk.
Sim, isso mesmo.
A ideia é dividir a carteira em 3 partes: Estados Unidos, países desenvolvidos e emergentes.
É dentro de cada divisão, dividir entre mercado neutro (ex.: VOO, VEA, VWO) e Small Caps de valor.
Obs.: ou quem sabe Large Caps de valor também.
Seria entre 6 a 8/9 ETFs por enquanto. Mas como disse acima, cada hora vejo alguma coisa nova e vou arrumando, mas vocês aqui tem me ajudado muito (uma parte da minha aposentadoria pode agradecer vocês no futuro kk).
Você diz focar 100% nos EUA e esquecer dos demais países?
Praticamente o mesmo resultado se pegar fundos bem abrangentes.
Então optei pelo risco um pouco menor das Mid Caps.
Você não necessariamente precisa dividir do mesmo jeito em cada um dos 3 pilares.
Por exemplo: Mercados Desenvolvidos, por serem super “monótonos”, eu só investiria em Small Caps, mais nada.
Em vez de voo, vea e VWO compra o VT… já simplifica.
Fora dos EUA não gostei de nenhum dos Small caps de valor… acabei comprando EFV e VSS, grandes de valor e um blenda de pequenas.
Devo acrescentar MTUM porque tem correlação negativa com valor.
kkk… fique tranquilo, passei pelo mesmo problema.
E não se sinta culpado se daqui há algum tempo olhar pra carteira e ver que não era bem o que queria e resolver ajustar. É pra lá de normal e, na verdade, a melhor coisa a fazer… revisar constantemente as teses.
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Não. Na minha opinião, hoje a melhor exposição ao mercado americano é através de ETF total market como exposição em empresas small, mid e large caps, como por exemplo, o ITOT. Normalmente em ETFs neutros americanos (IVV, VOO) há uma maior exposição a empresas de médio e grande porte em detrimento das small caps. Nos últimos anos, as empresas de mid e large de caps growth de tecnologia apresentaram maior rentabilidade, mas não vejo isso se repetir no médio prazo (2023/2025) com o aumento dos juros americanos. Hoje eu não investiria de nenhum modo em qualquer ETF atrelado a tecnologia, salvo se fosse em uma empresa específica, pois na média as empresas de tecnologia vão performar abaixo do mercado nos próximos anos. O que eu observo é que as pessoas sempre estão na corrida atrás da próxima oportunidade: empresas de tecnologia, bitcoin, uránio, ouro etc, mas quando os juros americanos aumentarem essa farra vai acabar.
Quanto a geografia, o importante é ter exposição nos países emergentes e ex-USA, mas ao meu ver nesses dois grupos não há necessidade da exposição através de fatores de investimento, mas simplesmente a exposição ao mercado.
Legal cara.
É uma boa ideia essa de apostar somente via small caps nos mercados desenvolvidos. Vou amadurecer e fazer alguns testes. Obrigado!
Sim, o VT simplifica isso, mas acho que prefiro manter separado nesse caso para poder separar melhor os percentuais (até pq no futuro posso mudar algo). Mas pra quem busca simplificação extrema, VT é a chave rsrs.
O AVDV da Avantis (ativo) você achou o que?
Eu acabei desistindo dessa parte do mundo por achar “comportada” demais e sem perspectiva.
Abaixo as anotações que fiz a respeito (minha preferência estava no SCZ):
FNDC:
ISCF, mas ainda não tem na Avenue.

IDHQ, mas ainda não tem na Avenue. Mais Large/Mid.
Eu estou evitando fundos ativos. Eles dependem da habilidade de um gestor de continuar escolhendo os melhores ativos… prefiro um filtro simples.
E na verdade, valor tendem a serem empresas com maior risco, passando por dificuldades, e por isso mais baratas.
Então não tenho certeza se por exemplo gostaria de ter empresas pequenas, de paises emergentes, que estejam passando por dificuldades, por exemplo.
Pensando no mundo das large caps, o que acham de um ETF que foque em qualidade?
Exemplo SPHQ. Rendeu bastante nos ultimos 10 anos