Setorial - Bancos

Bancos listados na B3:

1. Tradicionais

Caixa Econômica Federal não é listada em bolsa.

2. Regionais

3. Demais

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Visão da Brasil Capital sobre o impacto das fintechs e afins nos tradicionais “bancões”: LINK

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Legal o artigo, acho que tenta chegar num meio termo entre as coisas. Pessoalmente, vejo com bastante ceticismo. Um banco vive antes de mais nada da capacidade de oferecer crédito e, em seguida, diluir todas as suas despesas com serviços. Se um banco digital corta os serviços e não é capaz de diminuir as despesas, precisa ser muito bom em oferecer crédito, e não é o que estamos vendo. O BPAN é o único que está melhor nesse caso, mas não é fintech propriamente, tem um monte de correspondentes. Focar só na captação é um erro, é o que um banco pode menos controlar. Você pega o Inter e toda a estrutura deles é depósito a vista, pode soar interessante, mas é frágil e ainda tem os compulsórios não remunerados, que pode não parecer muito com juros a 5-5,5%, mas vira um atraso em qualquer outro cenário. Itau, BB, Bradesco, todos passaram por hiperinflação, troca de moedas, câmbio-fixo, Dilma etc. Dos digitais, nenhum foi posto a prova.

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Pois é…

Que a vida dos bancões mudou, não há como negar, mas não vejo uma disrupção brutal como houve no mercado de adquirência.

O movimento é bem mais lento e vai dar tempo deles se adequarem e o mercado se assentar.
As margens serão impactadas de alguma forma, mas nada que os tire do jogo.

A carta da Brasil Capital mostra todo esse movimento muito bem.

Sigo comprado em ITSA… :blush:

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Prezados,

Aproveito o ensejo deste tópico para questionar.
Por qual motivo os spreads bancários no Brasil são o 2o. maior do mundo? Seriam motivantes as altas taxas de inadimplência, impostos e os compulsórios ? Posto que tudo isso entra na conta do spread.

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Eu acho que o maior driver é a inadimplência.

Tanto que, mesmo com a acentuada queda da SELIC, ainda vemos taxas muito altas nas modalidades de crédito de mais alto risco para o credor, como cheque especial e rotativo do cartão de crédito.

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Sim, complicado isso…eu trabalho com recuperação judicial de crédito e a legislação e a cultura dos magistrados são majoritariamente em prol do devedor, o que tem de processo encerrado por não localização de bens ou ativos financeiros é brincadeira.

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Concordo que seja a inadimplência aliada a baixa recuperação de crédito, e como isso implica em maior risco, o lucro embutido também vai ser maior. Carga tributária também é um fator preponderante. E mais estrutural, sobre tudo isso, a Selic está diretamente correlacionada ao spread.

Os compulsórios hoje no BR já não são tão altos como antigamente, e há vários limites de isenção que beneficiam os bancos, não acho que seja um fator muito importante. Até mesmo considerando as diversas formas de captação que estão disponíveis.

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Some aos argumentos apresentados a baixissima taxa de poupança do brasileiro. Quanto menos dinheiro disponível para emprestimo, mas caro é para pegar emprestado.

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Além da cartelização bancária no Brasil.

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Esse é o motivo da inflação estrutural e psicológica que temos no país. O nível de poupança também significa o poder do dinheiro como reserva de valor e quão rápido as pessoas desejam converter isso em bens físicos para se livrar do mesmo. A hiperinflação é o resultado desse fluxo quando se torna extremo.

Sobre bancos, quem estiver pesquisando, um link muito útil com informações que as vezes não encontramos nem no RI:

https://www3.bcb.gov.br/ifdata/

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